Nota: 6.0 / 6.1 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Martin Campbell
Roteiro: Greg Berlanti,Marc Guggenheim,Michael Green
Elenco: Angela Bassett (Dra. Amanda Waller), Blake Lively (Carol Ferris), Tim Robbins (Senador Hammond), Peter Sarsgaard, Ryan Reynolds (Hal Jordan), Mark Strong, Temuera Morrison (Abin Sur), Jon Tenney (Martin H. Jordan)
Crítica:
Acho que estou começando a cansar de filmes mal feito sobre com super-heróis. Parece que os filmes são feitos por fazer, e para aproveitar o momento, os roteiros estão cada vez mais fracos, e os efeitos visuais cada vez mais exagerados. Se for pensar temos apenas dois heróis com filmes excelentes, Batman e Homem de Ferro. O resto são filmes divertidos, mas não entram na escala de filmaço.
Esse filme conta mais uma origem de super-herói, Lanterna Verde, um filme realmente difícil de executar, pois exige muita imaginação do espectador, um herói com poderes bem peculiares e ainda mistura extraterrestres. Está longe de ser um herói próximo do ser humano.
Os pontos fortes são os efeitos visuais, o planeta das lanternas ficou muito bem feito, e os poderes do anel também. O ponto fraco é o roteiro, personagens que esperamos uma boa participação aparecem duas vezes, outro personagem que parece ser um dos principais, no final não é nada. As piadinhas horríveis como sempre. Mas é engraçado que em alguns momentos eles conseguem piadas sutis e extremamente engraçadas, como na cena em que o Lanterna Verde (spoiler, selecione para ler) cria um Hot Wheels para salvar sua namorada, isso porque ele brinca com uma pista de Hot Wheels momentos antes. Muito engraçado e genial, mostra que os elementos criados por ele estão em seu subconsciente.
É um filme que vale a pena ver, conhecer o personagem e esperar que o segundo seja melhor, pois esse é fraco.
Este blog destina-se a apresentar minhas opiniões, meus comentários e minhas críticas sobre os filmes que assisto. E em alguns momentos, comentários sobre DVD's e Blu-Ray's. São mais de 400 filmes comentados.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Lanterna Verde (Green Lantern) - 2011
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Bruno Barbalho
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Você vai Conhecer o Homem dos seus Sonhos (You Will Meet A Tall Dark Stranger) - 2010
10/10/2011 - 64
Nota: 6.5 / 6.4 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Woody Allen
Elenco: Naomi Watts, Josh Brolin, Anthony Hopkins, Gemma Jones
Crítica:
Filmes de Woody Allen, um estilo diferente de fazer filmes. Raramente é necessário efeitos especiais, seus filmes são feitos de muito diálogo e são sobre coincidências e surpresas da vida.
Esse filme nos traz um casal frustrado no relacionamento, na profissão, e na família. Uma coisa bem fácil de ver no nosso dia a dia, seja em alguns momentos em que passamos, ou algum amigo que vive assim.
Particularmente gostei muito da atuação de Anthony Hopkins. Ele sempre faz filmes que necessitam de grande atuação, mas esse ele é um cara simples, e conseguiu convencer.
Gostei do filme, como gosto de todos que Woody Allen dirige, mas o final deixou a desejar, não gosto de finais em que o roteiro deixa demais por conta da nossa imaginação, acho que ele poderia concluir mais a história.
É um bom filme para quem gosta do diretor, mas está bem longe de ser um dos seus melhores filmes. Vicky Cristina Barcelona é muito melhor que esse.
Nota: 6.5 / 6.4 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Woody Allen
Elenco: Naomi Watts, Josh Brolin, Anthony Hopkins, Gemma Jones
Crítica:
Filmes de Woody Allen, um estilo diferente de fazer filmes. Raramente é necessário efeitos especiais, seus filmes são feitos de muito diálogo e são sobre coincidências e surpresas da vida.
Esse filme nos traz um casal frustrado no relacionamento, na profissão, e na família. Uma coisa bem fácil de ver no nosso dia a dia, seja em alguns momentos em que passamos, ou algum amigo que vive assim.
Particularmente gostei muito da atuação de Anthony Hopkins. Ele sempre faz filmes que necessitam de grande atuação, mas esse ele é um cara simples, e conseguiu convencer.
Gostei do filme, como gosto de todos que Woody Allen dirige, mas o final deixou a desejar, não gosto de finais em que o roteiro deixa demais por conta da nossa imaginação, acho que ele poderia concluir mais a história.
É um bom filme para quem gosta do diretor, mas está bem longe de ser um dos seus melhores filmes. Vicky Cristina Barcelona é muito melhor que esse.
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles (Battle: Los Angeles) - 2011
06/10/2011 - 63
Nota: 6.5 / 5.9 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Jonathan Liebesman
Roteiro: Christopher Bertolini
Elenco: Bridget Moynahan, Ramon Rodriguez, Joey King, Aaron Eckhart, Michael Peña, Cory Hardrict, Michelle Rodriguez, Taylor Handley, Lucas Till, James Hiroyuki Liao
Crítica:
Uma atualização de Independence Day. A base da história é a mesma, aliens invadindo o mundo para conquistá-lo, mas o mundo fica sempre nos EUA.
A história acompanha uma equipe de soldados no combate aos alienígenas, o foco é só nessa equipe, e a missão é tirar civis da área de ataque dos aliens. Por isso o filme é mais puxado para guerra do que para ação. Mas os clichês e heroísmos exagerados estão do mesmo jeito. Uma equipe de 5 pessoas conseguem destruir os aliens da batalha de Los Angeles.
Houve muitas críticas desfavoráveis ao filme, inclusive a minha, mas é um gênero que agrada a maioria das pessoas. Então considero um filme bom para assistir e se divertir.
Nota: 6.5 / 5.9 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Jonathan Liebesman
Roteiro: Christopher Bertolini
Elenco: Bridget Moynahan, Ramon Rodriguez, Joey King, Aaron Eckhart, Michael Peña, Cory Hardrict, Michelle Rodriguez, Taylor Handley, Lucas Till, James Hiroyuki Liao
Crítica:
Uma atualização de Independence Day. A base da história é a mesma, aliens invadindo o mundo para conquistá-lo, mas o mundo fica sempre nos EUA.
A história acompanha uma equipe de soldados no combate aos alienígenas, o foco é só nessa equipe, e a missão é tirar civis da área de ataque dos aliens. Por isso o filme é mais puxado para guerra do que para ação. Mas os clichês e heroísmos exagerados estão do mesmo jeito. Uma equipe de 5 pessoas conseguem destruir os aliens da batalha de Los Angeles.
Houve muitas críticas desfavoráveis ao filme, inclusive a minha, mas é um gênero que agrada a maioria das pessoas. Então considero um filme bom para assistir e se divertir.
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Rango - 2011
29/09/2011 - 61Nota: 8.0 / 7.5 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Gore Verbinski
Roteiro: John Logan
Elenco: Johnny Depp (voz), Ned Beatty (voz), Abigail Breslin, Ray Winstone (voz), Harry Dean Stanton (voz), Isla Fisher, Alfred Molina (voz)
Crítica:
Uma bela homenagem ao faroeste spaghetti. Essa animação conseguiu fazer um faroeste infantil, com todos os clichês dos filmes originais. E consegue agradar crianças e adultos.
O filme conta a história de um camaleão que sempre viveu no seu mundinho de ficção e que acaba caindo em uma cidade, como as do velho oeste. Mas que seus habitantes passam falta de água, e isso está devastando a cidade. O herói chega para acabar com todos os problemas.
Várias cenas são homenagens aos filmes e personagens dos faroestes, além disso, há algumas pitadas de homenagens aos filmes de Deep. E também a crítica ao que poderemos passar num futuro próximo, a falta de água potável.
Um filme para toda família ver e rever. Muito bom.
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Transformers: O Lado Oculto da Lua (Transformers: Dark of The Moon) - 2011
03/10/2011 - 62
Nota: 6.0 / 6.5 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Michael Bay
Roteiro: Ehren Kruger
Elenco: Patrick Dempsey, Shia LaBeouf (Samuel James), Josh Duhamel (Capitão Lennox), Kevin Dunn (Ron Witwicky), Tyrese Gibson (Robert Epps), John Turturro (Simmons), John Malkovich, Frances McDormand, Julie White (Judy Witwicky), Rosie Huntington-Whiteley, Kym Whitley
Crítica:
Esse filme completa a trilogia da ação desenfreada. Tudo se concentra no transformar e destransformar dos Transformers. E apenas isso. O filme se concentra nisso e em mostrar uma jovem bela mulher em poses sensuais. A base do filme é essa, pois o roteiro é tradicional o bem vence o mal, os heróis fingem que vão embora para enganar a todos e surpreendentemente voltam para salvar todos.
Mesmo sendo um filme ruim, vale pelos efeitos especiais. É realmente legal ver os Transformers transformando. Mas é só. Vale a pena ver para quem gosta do estilo, e para passar o tempo com uma diversão sem compromisso.
Nota: 6.0 / 6.5 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Michael Bay
Roteiro: Ehren Kruger
Elenco: Patrick Dempsey, Shia LaBeouf (Samuel James), Josh Duhamel (Capitão Lennox), Kevin Dunn (Ron Witwicky), Tyrese Gibson (Robert Epps), John Turturro (Simmons), John Malkovich, Frances McDormand, Julie White (Judy Witwicky), Rosie Huntington-Whiteley, Kym Whitley
Crítica:
Esse filme completa a trilogia da ação desenfreada. Tudo se concentra no transformar e destransformar dos Transformers. E apenas isso. O filme se concentra nisso e em mostrar uma jovem bela mulher em poses sensuais. A base do filme é essa, pois o roteiro é tradicional o bem vence o mal, os heróis fingem que vão embora para enganar a todos e surpreendentemente voltam para salvar todos.
Mesmo sendo um filme ruim, vale pelos efeitos especiais. É realmente legal ver os Transformers transformando. Mas é só. Vale a pena ver para quem gosta do estilo, e para passar o tempo com uma diversão sem compromisso.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
O Planeta dos Macacos (The Planet of the Apes) - 1968
25/09/2011 - 60
Nota: 8.0 / 8.0 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Franklin J. Schaffner
Elenco: Charlton Heston, Roddy McDowall, Kim Hunter, Maurice Evans
Crítica:
Resolvi assistir esse filme, pois o prelúdio feito em 2011 está com boas críticas e não queria vê-lo sem saber de pelo menos o primeiro filme que é considerado um clássico. Provavelmente vou assistir as outras sequências, mas sei que esse é o mais importante para ver.
Está ficando cada vez mais difícil de assistir os clássicos que exigem de tecnologia e efeitos especiais. Estamos muito acostumados com os efeitos, praticamente perfeitos dos filmes de hoje Assim os clássicos soam falsos e perdem bastante. Além disso, os filmes de hoje são muito rápidos, com muitas informações em segundos. Os clássicos são lentos, com perseguições que parece de brincadeira.
Sempre que vou assistir um clássico procuro levar em consideração tudo isso, lembra que para época foi um grande filme e que os efeitos eram excelentes. Tendo abstrair dos efeitos e me concentrar na história. Assim o filme melhor bastante.
O Planeta dos Macacos é uma crítica ao racismo, ao preconceito, à ciência e à religião. Em todas as cenas e falas do filme podemos perceber a intenção e as críticas subentendidas. A raça humana é tratada como um animal, com escravo. A religião e a ciência são orientadas pelo mesmo macaco, e as doutrinas são impostas sem questionamento dos outros macacos, todos seguem cegamente o que é dito pelo macaco chefe. Vimos isso recentemente na história da humanidade. Os macacos brancos são os chefes, os pretos só obedecem. Os diálogos são bem elaborados. E isso tudo faz o filme ser bastante inteligente,
É realmente um clássico e deve ser visto por todos que gostam de cinema.
Nota: 8.0 / 8.0 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Franklin J. Schaffner
Elenco: Charlton Heston, Roddy McDowall, Kim Hunter, Maurice Evans
Crítica:
Resolvi assistir esse filme, pois o prelúdio feito em 2011 está com boas críticas e não queria vê-lo sem saber de pelo menos o primeiro filme que é considerado um clássico. Provavelmente vou assistir as outras sequências, mas sei que esse é o mais importante para ver.
Está ficando cada vez mais difícil de assistir os clássicos que exigem de tecnologia e efeitos especiais. Estamos muito acostumados com os efeitos, praticamente perfeitos dos filmes de hoje Assim os clássicos soam falsos e perdem bastante. Além disso, os filmes de hoje são muito rápidos, com muitas informações em segundos. Os clássicos são lentos, com perseguições que parece de brincadeira.
Sempre que vou assistir um clássico procuro levar em consideração tudo isso, lembra que para época foi um grande filme e que os efeitos eram excelentes. Tendo abstrair dos efeitos e me concentrar na história. Assim o filme melhor bastante.
O Planeta dos Macacos é uma crítica ao racismo, ao preconceito, à ciência e à religião. Em todas as cenas e falas do filme podemos perceber a intenção e as críticas subentendidas. A raça humana é tratada como um animal, com escravo. A religião e a ciência são orientadas pelo mesmo macaco, e as doutrinas são impostas sem questionamento dos outros macacos, todos seguem cegamente o que é dito pelo macaco chefe. Vimos isso recentemente na história da humanidade. Os macacos brancos são os chefes, os pretos só obedecem. Os diálogos são bem elaborados. E isso tudo faz o filme ser bastante inteligente,
É realmente um clássico e deve ser visto por todos que gostam de cinema.
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Larry Crowne - O Amor Está de Volta (Larry Crowne) - 2011
23/09/2011 - 59
Nota: 6.0 / 6.0 (IMDB)
Formato: Cinema
Direção: Tom Hanks
Roteiro: Nia Vardalos,Tom Hanks
Elenco: Peter Scolari, Wilmer Valderrama, George Takei, Julia Roberts, Bryan Cranston, Taraji P. Henson, Holmes Osborne, Tom Hanks
Crítica:
Comédia romântica bem fraquinha. Dois grandes atores em papéis bastante comuns, sem necessidade de grande atuação. Tom Hanks é Larry Crowne, um cara extremamente “Nerd” se depara com várias dificuldades na vida, que o faz entrar na faculdade depois dos 40. Assim ele descobre seu par romântico e o filme se desenrola nisso.
Pelos atores e pelo Tom Hanks, também como diretor, esperava mais. É um filme gostoso de assistir, mas tem muitos melhores nesse estilo.
Nota: 6.0 / 6.0 (IMDB)
Formato: Cinema
Direção: Tom Hanks
Roteiro: Nia Vardalos,Tom Hanks
Elenco: Peter Scolari, Wilmer Valderrama, George Takei, Julia Roberts, Bryan Cranston, Taraji P. Henson, Holmes Osborne, Tom Hanks
Crítica:
Comédia romântica bem fraquinha. Dois grandes atores em papéis bastante comuns, sem necessidade de grande atuação. Tom Hanks é Larry Crowne, um cara extremamente “Nerd” se depara com várias dificuldades na vida, que o faz entrar na faculdade depois dos 40. Assim ele descobre seu par romântico e o filme se desenrola nisso.
Pelos atores e pelo Tom Hanks, também como diretor, esperava mais. É um filme gostoso de assistir, mas tem muitos melhores nesse estilo.
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
X-Men – Primeira Classe (X-Men – First Class) - 2011
18/09/2011 - 58Nota: 7.5 / 7.9 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Matthew Vaughn
Roteiro: Jane Goldman
Elenco: James McAvoy (Professor Xavier), Jason Flemyng (Azazel), Michael Fassbender (Magneto), Nicholas Hoult (Hank McCoy (Fera)), Edi Gathegi (Darwin), Bill Milner, Kevin Bacon, Lucas Till (Alexander Summers (Destrutor)), Caleb Landry Jones (Sean Cassidy (Banshee)), Álex González (Maré Selvagem), Jennifer Lawrence (Mística), Morgan Lily (Jovem Mística)
Crítica:
Assisti ao filme com expectativa de ver o melhor dos X-Men já feitos, mas tive uma grande decepção. Acho que criei uma expectativa maior do que o filme. É um bom filme, mas ainda perde para o X-Men 2.
O ponto alto do filme é a união que ele faz com os outros 3 filmes, ele conseguiu explicar bastante coisa que antecede a guerra entre humanos e mutantes. E é claro, a origem dos dois principais personagens: Magneto e Professor Xavier, são muito bem interpretados por: Michael Fassbender e James McAvoy, respectivamente. Os efeitos estão muito bons, mas ainda pecam em alguns momentos, e em algumas cenas são desnecessários, como a cena em Washington, tudo digital, pra quê?
Os principais defeitos são:
- A escolha dos mutantes. Alguns são ridículos, como a mulher fadinha, que poderia ser retirada do filme sem fazer nenhuma diferença na história. O cara que usa o grito para voar, que coisa mais idiota. Ele ainda consegue voar com uma asa só, sem desestabilizar o vôo e só serviu para dar um grito e achar um submarino no fundo do mar.
- Alguns furos perante os quadrinhos, personagens que nunca foram amigos, são amigos no filme. E algumas diferenças cronológicas dos personagens.
- A cena da queda da nave e do submarino na ilha, tudo digital e falso ao extremo.
- O Fera ficou parecendo o Sulley dos Monstros S.A.
De qualquer maneira é bom filme, divertido, cheio de ação como todo filme de super-herói deve ser. Vale a pena assistir.
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Barcelona 3 x 2 Real Madrid – Supercopa da Espanha - 2011
17/08/2011 - 57
Nota do Cinema: 7.5
Nota do Jogo: 9.0
Formato: Cinema
Barcelona: Víctor Valdés, Daniel Alves, Javier Mascherano, Gerard Piqué, Éric Abidal, Sergio Busquets, Xavi, Andrés Iniesta, Pedro Rodríguez, David Villa, Lionel Messi
Substitutes: José Manuel Pinto, Adriano, Andreu Fontàs, Cesc Fàbregas, Thiago Alcântara, Seydou Keita, Alexis Sánchez
Técnico: Josep Guardiola
Real Madrid: Iker Casillas, Sergio Ramos, Pepe, Ricardo Carvalho, Fábio Coentrão, Xabi Alonso, Sami Khedira, Ángel di María, Cristiano Ronaldo, Mesut Özil, Karim Benzema
Substitutes: Antonio Adán, Marcelo, Álvaro Arbeloa, Raúl, Kaká, Gonzalo Higuaín, José Callejón
Técnico: José Mourinho
Crítica:
Assistir um jogo no cinema é algo que eu esperava ser bastante diferente, mas não foi. A única diferença é o tamanho da tela e isso não causou o impacto que eu achava que seria. De qualquer forma valeu pela experiência, e agora fico aguardando um jogo em 3D.
Agora o jogo foi demais, é muito bom assistir um futebol com tanta qualidade técnica. Um jogo com todos os ingredientes para uma grande decisão deve ter: habilidade, raça, força, lances polêmicos.
O Real Madrid é um grande time, mas nunca vai ser páreo para esse Barcelona. O Real perde simplesmente em dez posições, comparando jogador por jogador, ganha apenas com o Casillas e é por pouco. Até o técnico Guardiola está melhor do que Mourinho, que está arrogante e não saber perder. Sei que Mourinho está fazendo milagre nos jogos contra o Barça, mas ele comete vários erros, inclusive na escalação inicial do time. Fábio Coentrão, quem é esse cara? Horrivel! Titular no lugar do Marcelo, é brincadeira. Deixar o Kaká no banco? O Kaká com uma perna só é melhor que a maioria dos jogadores do Real. Khedira isso é jogador de futebol? E o Cristiano Ronaldo? Um cara com a habilidade que ele tem, ficar limitado à ponta esquerda, e pior, um ponta que não cruza a bola, só sabe chutar direto pra o gol, com certeza está mal escalado. E o Pepe? Tem que mandar prender esse cara, ele ainda vai aleijar alguém no campo. Também não sei por que Mourinho não coloca um cara pra ficar grudado no Messi o jogo inteiro. Orgulho? Medo?
Merecida vitória do Barça, com uma atuação impecável de Lionel. É realmente o melhor do mundo disparado, Cristiano Ronaldo não chega nem aos seus pés.
Nota do Cinema: 7.5
Nota do Jogo: 9.0
Formato: Cinema
Barcelona: Víctor Valdés, Daniel Alves, Javier Mascherano, Gerard Piqué, Éric Abidal, Sergio Busquets, Xavi, Andrés Iniesta, Pedro Rodríguez, David Villa, Lionel Messi
Substitutes: José Manuel Pinto, Adriano, Andreu Fontàs, Cesc Fàbregas, Thiago Alcântara, Seydou Keita, Alexis Sánchez
Técnico: Josep Guardiola
Real Madrid: Iker Casillas, Sergio Ramos, Pepe, Ricardo Carvalho, Fábio Coentrão, Xabi Alonso, Sami Khedira, Ángel di María, Cristiano Ronaldo, Mesut Özil, Karim Benzema
Substitutes: Antonio Adán, Marcelo, Álvaro Arbeloa, Raúl, Kaká, Gonzalo Higuaín, José Callejón
Técnico: José Mourinho
Crítica:
Assistir um jogo no cinema é algo que eu esperava ser bastante diferente, mas não foi. A única diferença é o tamanho da tela e isso não causou o impacto que eu achava que seria. De qualquer forma valeu pela experiência, e agora fico aguardando um jogo em 3D.
Agora o jogo foi demais, é muito bom assistir um futebol com tanta qualidade técnica. Um jogo com todos os ingredientes para uma grande decisão deve ter: habilidade, raça, força, lances polêmicos.
O Real Madrid é um grande time, mas nunca vai ser páreo para esse Barcelona. O Real perde simplesmente em dez posições, comparando jogador por jogador, ganha apenas com o Casillas e é por pouco. Até o técnico Guardiola está melhor do que Mourinho, que está arrogante e não saber perder. Sei que Mourinho está fazendo milagre nos jogos contra o Barça, mas ele comete vários erros, inclusive na escalação inicial do time. Fábio Coentrão, quem é esse cara? Horrivel! Titular no lugar do Marcelo, é brincadeira. Deixar o Kaká no banco? O Kaká com uma perna só é melhor que a maioria dos jogadores do Real. Khedira isso é jogador de futebol? E o Cristiano Ronaldo? Um cara com a habilidade que ele tem, ficar limitado à ponta esquerda, e pior, um ponta que não cruza a bola, só sabe chutar direto pra o gol, com certeza está mal escalado. E o Pepe? Tem que mandar prender esse cara, ele ainda vai aleijar alguém no campo. Também não sei por que Mourinho não coloca um cara pra ficar grudado no Messi o jogo inteiro. Orgulho? Medo?
Merecida vitória do Barça, com uma atuação impecável de Lionel. É realmente o melhor do mundo disparado, Cristiano Ronaldo não chega nem aos seus pés.
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Capitão América: O Primeiro Vingador (Captain America: The First Avenger) - 2011
02/08/2011 - 56
Nota: 7.0 / 7.6 (IMDB)
Formato: Cinema
Direção: Joe Johnston
Roteiro: Stephen McFeely, Christopher Markus
Elenco: Tommy Lee Jones (General Chester Phillips), Stanley Tucci (Dr. Abraham Erskine), Hugo Weaving (Caveira Vermelha / Red Skull), Neal McDonough (Dum Dum Dugan), Sebastian Stan (Bucky), Dominic Cooper (Howard Stark), Hayley Atwell (Peggy Carter), Chris Evans (Steve Rogers / Capitão América), Toby Jones (Arnim Zola)
Crítica:
Assisti a esse filme com expectativa de ser no nível de Dark Knight, mas logo nos primeiros 30 minutos descobri que não. O filme conta a origem do Capitão América, isso é bacana para nivelar as pessoas e se prepararem para o segundo filme. Mas o filme ficou muito preso aos Vingadores, são muitas referências desnecessárias. Homem de Ferro não tem isso, são apenas algumas referências durante o filme, e várias estão subentendidas. Além disso, ainda tem as piadinhas idiotas, estilo Quarteto Fantástico, totalmente desnecessário. O general com cara de mau no filme é o Tommy Lee Jones e ele é o que faz mais piadinhas.
O vilão do filme, Caveira Vermelha, interpretado pelo excelente ator Hugo Weaving, ficou muito Lex Luthor, ele não mata ninguém, seu plano é idiota, um vilão que não faz medo nem em criançinha.
O ponto alto do filme são os efeitos especiais utilizados para deixar Chris Evans baixo e magrelo.
Para esse filme melhor a nota, o filme dos Vingadores terá que excelente e abrir as portas para um segundo filme do Capitão América, assim o conjunto poderá salvar esse filme.
Vale a pena ver para entender a origem e acompanhar os filmes da Marvel.
Nota: 7.0 / 7.6 (IMDB)
Formato: Cinema
Direção: Joe Johnston
Roteiro: Stephen McFeely, Christopher Markus
Elenco: Tommy Lee Jones (General Chester Phillips), Stanley Tucci (Dr. Abraham Erskine), Hugo Weaving (Caveira Vermelha / Red Skull), Neal McDonough (Dum Dum Dugan), Sebastian Stan (Bucky), Dominic Cooper (Howard Stark), Hayley Atwell (Peggy Carter), Chris Evans (Steve Rogers / Capitão América), Toby Jones (Arnim Zola)
Crítica:
Assisti a esse filme com expectativa de ser no nível de Dark Knight, mas logo nos primeiros 30 minutos descobri que não. O filme conta a origem do Capitão América, isso é bacana para nivelar as pessoas e se prepararem para o segundo filme. Mas o filme ficou muito preso aos Vingadores, são muitas referências desnecessárias. Homem de Ferro não tem isso, são apenas algumas referências durante o filme, e várias estão subentendidas. Além disso, ainda tem as piadinhas idiotas, estilo Quarteto Fantástico, totalmente desnecessário. O general com cara de mau no filme é o Tommy Lee Jones e ele é o que faz mais piadinhas.
O vilão do filme, Caveira Vermelha, interpretado pelo excelente ator Hugo Weaving, ficou muito Lex Luthor, ele não mata ninguém, seu plano é idiota, um vilão que não faz medo nem em criançinha.
O ponto alto do filme são os efeitos especiais utilizados para deixar Chris Evans baixo e magrelo.
Para esse filme melhor a nota, o filme dos Vingadores terá que excelente e abrir as portas para um segundo filme do Capitão América, assim o conjunto poderá salvar esse filme.
Vale a pena ver para entender a origem e acompanhar os filmes da Marvel.
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Alguém Lá em Cima Gosta de Mim (Oh, God!) - 1977
02/08/2011 - 55
Nota: 7.0 / 6.3 (IMDB)
Formato: DIVX
Direção: Carl Reiner
Elecno: John Denver, George Burns, Teri Garr, Donald Pleasence
Crítica:
Um filme sessão da tarde, mas com uma mensagem muito bacana. Para os que assistiram Todo Poderoso e acharam que era uma história inédita, se enganaram, pois com certeza o roteiro foi inspirado nesse filme.
A história conta sobre uma cara que recebe um recado dizendo que tem uma entrevista com Deus. Assim Deus lhe pede que divulgue para humanidade a sua existência e que os humanos estão tomando um caminho errado, que ele deu todo o suporte para que os humanos progredissem.
É bem interessante os diálogos entre Deus e seu escolhido, as dúvidas e perguntas fazem muito sentido e as respostas são melhores ainda.
A única coisa chata são as cenas e diálogos parecem com aquelas pessoas que batem em nossa porta para pregar. Fora isso o filme é muito divertido. Vale a pena ver.
Nota: 7.0 / 6.3 (IMDB)
Formato: DIVX
Direção: Carl Reiner
Elecno: John Denver, George Burns, Teri Garr, Donald Pleasence
Crítica:
Um filme sessão da tarde, mas com uma mensagem muito bacana. Para os que assistiram Todo Poderoso e acharam que era uma história inédita, se enganaram, pois com certeza o roteiro foi inspirado nesse filme.
A história conta sobre uma cara que recebe um recado dizendo que tem uma entrevista com Deus. Assim Deus lhe pede que divulgue para humanidade a sua existência e que os humanos estão tomando um caminho errado, que ele deu todo o suporte para que os humanos progredissem.
É bem interessante os diálogos entre Deus e seu escolhido, as dúvidas e perguntas fazem muito sentido e as respostas são melhores ainda.
A única coisa chata são as cenas e diálogos parecem com aquelas pessoas que batem em nossa porta para pregar. Fora isso o filme é muito divertido. Vale a pena ver.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
A Epidemia (The Crazies) - 2010
01/08/2011 - 54Nota: 6.5 / 6.6 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Breck Eisner
Roteiro: Scott Kosar (I),Ray Wright
Elenco: Joe Anderson (VI), Timothy Olyphant, Radha Mitchell, Danielle Panabaker
Crítica:
Gosto de filmes de epidemias, zumbis e apocalipse. E esse como o novo já diz, se enquadra no meu gosto.
O filme é focado no xerife de uma pequena cidade nos EUA. Em dois dias os habitantes dessa cidade começam a surtar e matar uns aos outros, em pouco tempo a cidade é tomada por policiais que pretendem separar os infectados dos não infectados, mas tudo falha e o xerife se perde da esposa. O filme se desenrola com o xerife à procura de sua esposa e na própria sobrevivência.
É um filme bacana para quem gosta do gênero, mas não passa de mais um, dos vários já feitos.
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Homens em Fúria (Stone) - 2010
29/07/2011 - 53Nota: 6.5 / 5.5 (IMDB)
Formato: HD
Direção: John Curran
Elenco: Robert De Niro, Edward Norton, Milla Jovovich
Crítica:
Um drama que assisti só por causa dos atores. Sabia que a nota era ruim, mas quis assistir assim mesmo.
Realmente o filme é fraco. Conta a história de um cara que faz entrevistas com os presos para saber se eles têm condições ou não de ter a condicional. Ele está para se aposentar e seu último entrevistado lhe dá bastante trabalho.
O melhor fica com as cenas picantes entre De Niro e Jovovich.
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O Besouro Verde (The Green Hornet) - 2011
28/07/2011 - 52Nota: 7.0 / 6.1 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Michel Gondry
Roteiro: Seth Rogen
Elenco: David Harbour, Cameron Diaz, Tom Wilkinson, Seth Rogen, Jay Chou (Kato), Edward James Olmos, Christoph Waltz (Chudnofsky)
Crítica:
Fui com pouca expectativa para ver esse filme. Pois o ator principal é um comediante que está em alta hoje. E o filme é de ação e não de comédia. Isso sempre acontece e normalmente o filme fica ruim.
Mas dessa vez me surpreendeu. O filme realmente tem bastante comédia e esse são os pontos fracos do filme, as vezes Seth Rogen chega ser infantil e seu personagem parece tão burro que não dá pra acreditar, umas idéias que nem criança de 12 anos tem.
Tirando isso o filme é bem bacana, até as lutas Kato, toda estilizadas, ficaram legais. As tecnologias utilizadas são muito legais, o carro é muito legal, e tudo parece uma paródia para o Batman.
Não sei por que, mas gostei do filme, e tinha tudo pra não gostar. Acho que vou até assistir de novo.
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Os Brutos Também Amam (Shane) - 1953
27/07/2011 - 51
Nota: 7.0 / 7.8 (IMDB)
Formato: DVD
Direção: George Stevens
Elenco: Alan Ladd, Jean Arthur, Van Heflin, Brandon De Wilde
Crítica:
Faroeste clássico dos clássicos. Conta a história de um pistoleiro que resolve proteger uma família de um grupo de pistoleiros que pretendem tomar suas terras.
Para quem gosta de faroeste, esse filme segue as principais características: lendo, bastante suspense antes dos duelos e pancadaria dentro de bar. Tudo que um faroeste precisa pra ser legal.
Como é um clássico, tem que ser visto.
Nota: 7.0 / 7.8 (IMDB)
Formato: DVD
Direção: George Stevens
Elenco: Alan Ladd, Jean Arthur, Van Heflin, Brandon De Wilde
Crítica:
Faroeste clássico dos clássicos. Conta a história de um pistoleiro que resolve proteger uma família de um grupo de pistoleiros que pretendem tomar suas terras.
Para quem gosta de faroeste, esse filme segue as principais características: lendo, bastante suspense antes dos duelos e pancadaria dentro de bar. Tudo que um faroeste precisa pra ser legal.
Como é um clássico, tem que ser visto.
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Dr. Jivago (Dr. Zhivago) - 1965
26/07/2011 -50
Nota: 8.0 / 8.0 (IMDB)
Formato: DVD
Direção: David Lean
Elenco: Omar Sharif, Julie Christie, Geraldine Chaplin, Rod Steiger.
Crítica:
Achei esse filme muito interessante. É um romance que se passa na revolução russa. É legal até ler um pouco sobre a revolução para entender melhor o pano de fundo do filme.
O filme conta a história do Médico Jivago e sua trajetória de vida, desde a infância até sua participação na revolução.
Gostei muito, pois não conhecia nada da revolução russa e o filme me fez pesquisar, e foi bem contada.
Destaque para a beleza de Julie Christie.
Vale a pena assistir, no DVD tem documentários que completam o filme.
Nota: 8.0 / 8.0 (IMDB)
Formato: DVD
Direção: David Lean
Elenco: Omar Sharif, Julie Christie, Geraldine Chaplin, Rod Steiger.
Crítica:
Achei esse filme muito interessante. É um romance que se passa na revolução russa. É legal até ler um pouco sobre a revolução para entender melhor o pano de fundo do filme.
O filme conta a história do Médico Jivago e sua trajetória de vida, desde a infância até sua participação na revolução.
Gostei muito, pois não conhecia nada da revolução russa e o filme me fez pesquisar, e foi bem contada.
Destaque para a beleza de Julie Christie.
Vale a pena assistir, no DVD tem documentários que completam o filme.
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Lawrence da Arábia (Lawrence of Arabia) - 1962
25/07/2011 - 49Nota: 7.5 / 8.5 (IMDB)
Formato: DVD
Direção: David Lean
Elenco: Peter O'Toole, Alec Guinness, Anthony Quinn, Jack Hawkins.
Crítica:
Biografia perfeita sobre a vida de Lawrence, um soldado que se tornou sargento lutando ao lado dos árabes na revolução árabe em meio a primeira guerra mundial.
O filme foca principalmente na participação de Lawrence na guerra e sua trajetória para conquistar as várias tribos árabes e liderá-los à revolução.
A caracterização do Peter O’Toole é perfeita, os traços do rosto e o cabelo são bem parecidos com o Lawrence real. Sua atuação é excelente, mas fiquei em dúvida, pois acho que o verdadeiro Lawrence não é gay, e Peter O’Toole estava com uns trejeitos bem afeminados.
No DVD tem documentários bem bacanas que acrescentam muito ao filme. Vale a pena assistir.
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Cidadão Kane (Citizen Kane) - 1941
20/07/2011 - 48
Nota: 7.5 / 8.6 (IMDB)
Formato: DVD
Direção: Orson Welles
Elenco: Orson Welles, Joseph Cotten, Dorothy Comingore, Agnes Moorehead
Crítica:
Charles Foster Kane tinha que ter existido. Sei que era fictício, mas não sei se apenas ocultaram nome verdadeiro de alguém. O filme é a biografia de um milionário que não existiu. Simplesmente genial. A forma como a história é contada também é muito bacana, ela acompanha um repórter procurando saber sobre o significado da última palavra que Kane disse antes de morrer.
É um filme para quem gosta de cinema. Realmente um clássico.
Nota: 7.5 / 8.6 (IMDB)
Formato: DVD
Direção: Orson Welles
Elenco: Orson Welles, Joseph Cotten, Dorothy Comingore, Agnes Moorehead
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Charles Foster Kane tinha que ter existido. Sei que era fictício, mas não sei se apenas ocultaram nome verdadeiro de alguém. O filme é a biografia de um milionário que não existiu. Simplesmente genial. A forma como a história é contada também é muito bacana, ela acompanha um repórter procurando saber sobre o significado da última palavra que Kane disse antes de morrer.
É um filme para quem gosta de cinema. Realmente um clássico.
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Bullitt - 1968
19/07/2011 - 47Nota: 8.0 / 7.4 (IMDB)
Formato: DVD
Direção: Peter Yates
Elenco: Steve McQueen, Robert Vaughn, Jacqueline Bisset, Don Gordon
Crítica:
Bullitt é um filme policial, com fortes tendências para um filme noir. A história gira em torno de um policial que precisa proteger uma testemunha, mas nada é simples. O mistério, suspense e conspiração que há na história, fazem com que o filme se torne interessantes, e nos prende do início ao fim.
É bastante interessante a forma de atuar de Steve McQueen, é um policial que lembra bastante os filmes de faroeste, muito boa atuação. Vale à pena lembrar da beleza de Jacqueline Bisset. Um filme para ver, e rever pelo menos mais uma vez.
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Ben–Hur - 1959
18/07/2011 - 46Nota: 6.5 / 8.2 (IMDB)
Formato: DVD
Direção: William Wyler
Elenco: Charlton Heston, Jack Hawkins, Haya Harareet, Stephen Boyd
Crítica:
Uma história bastante parecida com O Gladiador, mas sem os efeitos especiais de hoje. Gostei do pano de fundo com a história de Jesus, o filme se passa na mesma época. Ben–Hur é um judeu que por sorte e heroísmo se torna um romano. Com essa nova posição ele começa a vingança por ter sido transformado em escravo e pela situação de sua mãe e irmã.
Vale lembrar da melhor cena do filme, a batalha na arena com a corrida de cavalos. Apesar de não ter tecnologia nenhuma, foi muito bem feito.
A história é muito bacana, mas perde muito pela falta de tecnologia da época. As batalhas parecem ser com espadas de plástico, sem realidade alguma, infelizmente o filme ficou datado. É difícil assistir sem se lembrar das grandes produções de hoje. É um bom filme pela história, mas acho que até valeria uma refilmagem, com as escolhas corretas para os atores e diretores.
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