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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Mr. Holland - Adorável Professor (Mr. Holland's Opus) - 1995

27/10/2014
Nota: 7.0 / 7.3 (IMDB)
Formato: DVD

Direção: Stephen Herek
Elenco: Richard Dreyfuss (Glenn Holland), Glenne Headly (Iris Holland), Jay Thomas (Bill Meister), Olympia Dukakis (Principal Helen Jacobs), William H. Macy (Gene Wolters), Alicia Witt (Gertrude Lang), Joanna Gleason (Governadora Gertrude Lang), Terrence Howard (Louis Russ), Damon Whitaker (Bobby Tidd), Jean Louisa Kelly (Rowena Morgan), Alexandra Boyd (Sarah Olmstead), Nicholas John Renner (Coltrane "Cole" Holland - age 6), Joseph Anderson (Coltrane "Cole" Holland - age 15), Anthony Natale (Coltrane "Cole" Holland - age 28), Beth Maitland, Balthazar Getty


Crítica:
Mr. Holland - O Adorável Professor conta a história de Glenn Holland, um músico que passa por dificuldades financeiras e não tem tempo para realizar seu maior sonho: compor, assim passa a dar aulas de música em uma escola pública dos EUA. Holland nunca havia lecionado, por isso suas aulas eram extremamamente enfadonha, os alunos não prestavam atenção. Ele se esforça com uma das alunas, dando aula particular e conselhos para que continue tentando e não desista de aprender tocar um insturmento. Mas ele percebe que os alunos precisam de algo diferente para entenderem suas aulas.

Então, Holland, muda a didática. Primeiro começa a ensinar sua teoria e técnica com músicas que os alunos gostam, no caso, rock. Isso faz com que os alunos participem mais. Ele também dedica parte do tempo procurando descobrir o potencial do aluno para determinado instrumento musical, assim as aulas melhoram consideravelmente. 


Mr. Holland consegue o mesmo prazer de compor, dando aulas. Agora tem uma vida feliz, ainda mais com a gravidez de sua esposa. Quando seu filho nasce descobre que ele é portator de uma deficiência auditiva, Cole tem apenas 10% de audição. Este fato o deixa profundamente frustrado, pois não poderá compartilhar sua paixão com seu próprio filho. Assim Holland afasta-se de casa e dedica-se completamente ao trabalho, e torna-se um professor admirável.

O tempo passa e ele descobre que perdeu toda a infância de seu filho. Então resolve abrir o jogo com seu filho, acabam brigando, mas descobre que ele conhece muito bem o pai, sabe o que faz, e conhece as músicas que ele escuta e compõe. Assim, Holland resolve fazer um concerto em homenagem ao filho, nele utiliza a linguagem de sinais para que Cole ententa a múisica por completo.


No fim, Mr. Holland é demitido da escola, que precisar realizar contenções de custo, que retira a disciplina de música do currículo escolar. Seus alunos e ex-alunos resolvem homenageá-lo. No auditório lotado todos se encontram várias gerações de alunos e Holland realiza um último concerto.

O filme é inspirador, mostra que podemos marcar a vida de várias pessoas, sem ser famoso, apenas fazendo o que é correto. A dedicação e persistência nos objetivos traçados para a nossa vida é o que faz sermos reconhecidos, e o retorno é sempre certo e bom. Muitas vezes devemos deixar passar um desejo momentâneo, para não destruir uma, ou várias vidas. Como somos seres humanos, erramos, mas sempre temos a oportunidade de voltar atrás, mudar de opinião e pelo menos amenizar o erro. Precisamos de mais Mr. Holland, e se todos conseguissem seguir metade dos seus ensinamentos, seremos uma socieadade melhor.

P.S.: Assisti ao filme por indicação de um grande amigo, valeu Brodim!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

The Beatles Anthology - 1995

Nota: 9.0 / 9.3 (IMDB)
Formato: DVD

Direção: Geoff Wonfor, Bob Smeaton
Produção: Neil Aspinall, Chips Chipperfield
Elenco: John Lennon, Paul McCartney, George Harrison, Ringo Starr

Crítica:
The Beatles Anthology foi um projeto documental realizado sobre a maior banda de rock de todos os tempos: The Beatles. Uma série de documentários foi lançado para televisão, e conta com os integrantes remanescentes da banda: Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, que se juntaram em 1994 para gravar entrevistas, que juntadas com velhas entrevistas de John Lennon, contam toda a história do grupo, desde a formação, até o fim da banda. Várias imagens inéditas dos Beatles são mostradas, além de músicas completas em shows.

Como parte do projeto, foram lançados três álbuns duplos, onde incluí algumas músicas inéditas e outras músicas já conhecidas, mas em versões diferentes. Dentre as músicas inéditas, a maioria foi gravada na época que a banda estava junta, mas não haviam sido lançadas. Porém duas músicas foram mixadas especialmente para os álbuns: Free as a Bird e Real Love.

Posteriormente, um livro de mesmo nome foi lançado, contemplando as entrevistas e imagens inéditas.


02/03/2013 - Primeiro Episódio - 13
O primeiro episódio conta infância do quarteto, onde nasceram, quem eram seu pais, onde estudavam e como se conheceram. Além de contextualizar como era a situação cultural e musical de Liverpool na época.

Tem alguns fatos marcantes nesse início. Paul e John se conheceram em um festival, quando Paul viu John apresentando e cantando, logo percebeu que poderia ser o músico que estava procurando para sua banda, logo depois já estavam tocando juntos. John sugeriu o amigo Geoge, que também integrou à banda. Eram três guitarristas, e o mais interessantes é que fizeram várias apresenteações sem baterista. Na primeira formação, tiveram passagens rápidas pela banda: Stuart Sutcliffe (baixista) e Pete Best (baterista). Stuart não fez muitos shows, não era bom músico, assim Paul assumiu o baixo. Pete participou mais, mas nas primeiras gravações do primeiro disco foi substituido por Ringo, que já havia tocado várias vezes com os Beatles.

Os Beatles eram de Liverpool, mas o destaque inicial foi dado em Hamburgo (Alemanha), tocando em vários pubs. O sucesso os trouxe de volta pra casa, e seus shows passaram a ser requisitados em Liverpool, principalmente no Cavern Club, onde tocaram dezenas de vezes.

O episódio termina com as primeiras sessões para gravação do primeiro disco. Love Me Do havia alcançado os primeiros lugares nas rádios e revistas especializadas.



15/03/2013 – Segundo Episódio - 15
O segundo episódio conta o início da ascensão dos Beatles, e termina com o desembarque, pela primeira vez, nos EUA.

Com o sucesso espontâneo de Love Me Do e o primeiro disco Please Please Me, os Beatles saíram para turnês intermináveis pela Europa, tudo dentro de uma vã, parecendo uma Kombi. Contam que em uma das viagens o vidro a vã quebrou, estava muito frio, eles se amontoaram um em cima do outro, e o primeiro de cima tinha direito a tomar doses de uísque, mas ainda assim tinham que revezar.

Mostra também as primeiras experiências com a fama, não podiam mais sair para qualquer lugar, seus shows passaram a ser só gritaria, as mulheres ficavam histéricas. Mais interessantes foram os shows realizados na França, em que o público, diferentemente dos outros países, era predominantemente de homens. Em certos momentos chegaram a pensar que se tratava de gays.

Durante esses shows, eles foram batendo recordes e suas músicas ficando sempre em primeiro lugar nas rádios inglesas e européias, chegaram a colocar quatro músicas em primeiro lugar. Mas nos EUA ainda não haviam emplacado nenhuma delas. O empresário da banda, Brian Epstein, tentou de todas as formas colocar uma de suas músicas nas paradas estadunidense, mas nenhuma das que chegaram em primeiro lugar na Inglaterra, conseguiu emplacar nos EUA. Esse era o medo em fazer uma turnê por lá, mas como sabemos isso foi questão de tempo. A turnê foi agendada e coincidentemente nos dias que antecederam a viagem, eles conseguiram o primeiro lugar, que foi essencial para o sucesso dos Beatles no novo mundo.

A segunda parte termina com os Beatles desembarcando no aeroporto Internacional John F. Kennedy com uma multidão esperando por eles.



30/04/2013 – Terceiro Episódio - 21
O terceiro episódio conta como foi a turnê dos Beatles pelos EUA e depois pelo mundo. Os Beatles desembarcam no aeroporto J.F. Kennedy em meio a uma multidão e são levados para o hotel, onde tudo está preparado para uma coletiva. Interessante é que são feitas perguntas ridículas, como: “vocês usam perucas?”. Eles eram metidos a comediantes, todas as perguntas, idiotas ou não, eram respondidas de forma engraçada, ou fazendo uma piada.

A primeira apresentação aconteceu no Ed Sullivan Show, no dia em que se registrou a maior audiência já registrada nos EUA. Dizem que nos minutos em que os Beatles se apresentavam, não foram registrados nenhuma ocorrência policial nos EUA.

Eles conseguiram colocar várias músicas nos primeiros lugares das rádios estadunidenses, seus shows ficavam lotados, era quase impossível ouvir suas músicas pelo barulho e gritaria de suas fãs.

Ao voltar para Inglaterra, foram recebidos da mesma forma que nos EUA, milhares de pessoas foram ao aeroporto para recepcioná-los. Mas logo continuaram com a turnê mundial, e é nesses shows que aconteceu um dos fatos que poucos sabem, a formação da banda foi alterada. Ringo precisou fazer uma cirurgia para retirada das amídalas, e não compareceu aos shows em Amsterdã e Hong Kong, foi substituído por Jimmy Nicol, um ótimo baterista de Londres. Inicialmente George não queria seguir com a turnê: “Se o Ringo não fizer parte do grupo, não são os Beatles. Não entendo por que devemos ir nessa turnê”. Brian Epstein e George Martin tiveram que convencê-lo de que a turnê deveria prosseguir. Na Austrália Ringo voltou para ao grupo. Ao fim da turnê, o grupo volta para Liverpool, sua terra natal.

Nessa mesma época os Beatles realizaram seu primeiro longa metragem, seguindo a onda de filmes dos rock stars estadunidenses, em que o principal deles é Elvis Presley. O primeiro filme é A Hard Days Night, lançando juntamente com o disco de mesmo nome.


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Twin Peaks - Piloto (Twin Peaks) - 1990


12/06/2012 - 59
Nota: 7.5 / 9.1 (IMDB)
Formato: DVD

Direção: David Lynch e Mark Frost
Elenco: Kyle Maclachlan, Michael Ontkean, Richard Beymer, Lara Flynn Boyle

Crítica:
Estou sempre em dúvida com meus DVDs, por isso tento sempre assistir alguma vez ou outra.
Twin Peaks é uma das séries mais conceituada de todos os tempos, pelo que li, ela foi algo parecido com Lost no início da década de 90. Comprei essa coleção muito barato, é uma edição especial com todos os episódios, mais um disco de extras. Excelente!
O piloto de Twin Peaks se mostrou bastante promissor, a história é toda em torno de um mistério, a morte de Laura Palmer. Inicia com apresentação dos personagens principais e logo depois o fato misterioso, o corpo de Laura Palmer é encontrado enrolado em um plástico à beira do rio. Assim, o xerife da cidade começa a investigação. Com o desenvolver da história percebe-se que a série é um drama, mas com algumas pontas de comédia, alguns personagens são bem excêntricos. Os próximos episódios vão mostrar como se desenrola a investigação. E aos poucos vai apresentando novos personagens. O melhor é que tudo fica em torno de descobrir o assassino, mas em nenhum momento o roteiro te deixa desconfiar de alguém, tudo é muito bem tramado. Pelo piloto a série é realmente excelente, mas temos que levar em consideração a época.
Farei outra crítica quando terminar de assistir a série.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Marilyn Monroe - O Fim dos Dias (Marilyn Monroe: The Final Days) - 2001


03/05/2012 - 35
Nota: 9.5 / 8.8 (IMDB)
Fomrato: DVD

Direção: Patty Ivins Specht
Elenco: Sheree North, Van Johnson, Phil Silvers, Red Skelton, Cary Grant, Steve Allen, Elizabeth Taylor, George Cukor, Wally Cox, Cyd Charisse, Marilyn Monroe, Nunnally Johnson, Lee Strasberg, Shah Mohammed Reza Pahlavi, Walter Bernstein, Lauren Bacall, David Brown, Bob Hope, Ginger Rogers, Evelyn Moriarty, James Coburn, Robert F. Kennedy, Susan Strasberg, Arthur Miller, John McGiver, Dean Martin, Peter Lawford, Humphrey Bogart, John F. Kennedy

Crítica:
Na minha coleção veio um DVD com esse documentário. Ia assistir somente depois de assistir todos os filmes que tenho dela, mas não aguentei, ainda mais depois que percebi que o documentário era sobre a morte dela.
Nos últimos dias de sua vida Marilyn Monroe estava extremamente deprimida, bebia muito e tomava remédios para dormir. Ela havia iniciado as filmagens de Something's Got to Give, mas faltou por 17 vezes alegando estar gripada. Em certo ponto era verdade, pois seu estado a deixava com baixa imunidade, mas mesmo assim o estúdio a despediu. Depois de várias manobras para fazer o estúdio voltar atrás, ela conseguiu, mas antes de as filmagens recomeçarem foi encontrada morta dentro do seu quarto.
Sua morte foi cercada de eventos estranhos e duvidosos. Ele entrou para quarto as 21h, fez várias ligações por telefone, inclusive uma para seu psiquiatra, que percebe a dificuldade de Marilyn conversar, assim ele liga pra um amigo verificar se está tudo bem na casa dela, mas o amigo, em vez de ir lá, liga para empregada de Marilyn que diz está tudo bem, mas ó as 3h ela percebe que a luz do quarto ainda estava acesa e quando chega no quarto Marilyn está morta há horas. A autópsia diz que foi overdose de remédios, mas existem várias conspirações sobre seu envolvimento com os Kennedys e a máfia, e que sua morte foi um assassinato.
Assim morreu o mito.

Quanto Mais Quente Melhor (Some Like It Hot) - 1959


03/05/2012 - 34
Nota: 8.0 / 8.4 (IMDB)
Formato: DVD

Direção: Billy Wilder
Elenco: Marilyn Monroe, Tony Curtis, Jack Lemmon, George Raft

Crítica:
Havia separado minha coleção de filmes da Marilyn Monroe e por coincidência escutei o podcast do Cinema em Cena falando sobre o diretor Billy Wilder, assim juntei o útil ao agradável.
Dizem que esse é o melhor filme de Marilyn Monroe. Engraçado que esse é o Segundo filme que vejo dela, mas ele não é a personagem principal.
O filme conta a história de dois músicos que se envolvem com a máfia, e para se esconder e fugir, vestem-se de mulher e viajam para um show com um grupo só de mulheres em que a personagem de Marilyn Monroe é a vocalista.
É filme é comédia e eu gostei bastante. Comédia leve, bobinha, mas muito engraçado, e é sem o besteirol que os estadunidenses gostam.
Gostei muito e indico para quem quer ver um bom filme de Marilyn Monroe.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O Inventor da Mocidade (Monkey Business) - 1952

10/04/2012 - 28
Nota: 6.5 / 7.1 (IMDB)
Formato: DVD

Direção: Howard Hawks
Elenco: Cary Grant, Ginger Rogers, Marilyn Monroe

Crítica:
Primeiro filme dos 10 que pretendo ver com Marilyn Monroe, tem a coleção de filmes dela e nunca tinha visto um. Fiquei em dúvida sobre qual filme assistir primeiro, então joguei no Google “Melhores filmes de Marilyn Monroe” e veio uma lista que esse filme era um dos primeiro.
A maioria dos filmes de Marilyn Monroe é puxado para comédia, por isso são filmes mais “light” e como são antigos, são mais lentos. Tem que levar essas considerações para começar a gostar e entender o mito Marilyn Monroe.
Esse filme é bem bobinho e Marilyn Monroe não faz o papel principal. [SPOILER] Ele conta a história de um cientista que inventa um “suco” que torna as pessoas mais jovens por algumas horas. Mas não fisicamente apenas mentalmente. Quanto mais líquido a pessoa toma, mais jovem ela fica. Nesse contexto acontecem coincidências exageradas e várias cenas cômicas, mas tudo levado pro lado mais infantil.
Não é o tipo de filme que gosto, mas foi boa a experiência de ver a atuação de Marilyn Monroe, bem pouco, mas já deu para perceber sua beleza e seu carisma. Acho que vou achar vários filmes dela melhores que esse.

Classic Albums: Pink Floyd - 'The Dark Side of the Moon' - 2003

30/03/2012 - 26
Nota: 8.0 / 8.2 (IMDB)
Formato: DVD

Direção: Matthew Longfellow
Elenco: Roger Waters, Storm Thorgerson, Nigel Williamson, David Fricke, David Gilmour, Richard Wright, Nick Mason, Robert Sandall, Alan Parsons, Chris Thomas, Bhaskar Menon

Crítica:
Mais um que faz parte da preparação para o maior espetáculo do século.
Documentário sobre um dos melhores discos já feitos na história da humanidade: “The Dark Side of the Moon”, e é claro que consequentemente conta boa parte da história do Pink Floyd, fala do início da banda com Syd Barret, todas as suas influências e a personalidade da banda para superar sua saída, e com Roger Waters assumindo a responsabilidade de compor e manter o nível das músicas.
Nos mostra que um disco não é feito somente de músicos e instrumentos, a parte de edição é tão complexa quanto à de um filme.
Mostra também como é forte personalidade de Roger Waters, com era chato, perfeccionista e extremamente egocêntrico.
É um documentário para que realmente goste da banda.
Obs: Maior espetáculo do século = Show do Roger Waters - The Wall  em São Paulo

sexta-feira, 9 de março de 2012

Topázio (Topaz) - 1969

09/02/2012 - 14
Nota: 7.0 / 6.2 (IMDB)
Formato: DVD

Direção: Alfred Hitchcock
Roteiro: Samuel A. Taylor
Elenco: Frederick Stafford, Dany Robin, John Vernon, Karin Dor, Alfred Hitchcock

Crítica:
Mais uma vez Hitchcock deixa o suspense de lado para fazer uma história de conspiração. O filme se passa na época da Guerra Fria, quando Cuba estava envolvido com a URSS. Um agente francês investiga as atividade em Cuba, à pedido dos EUA, a trama é muito bem fechada e até o fim não sabemos quem é agente duplo, e de que lado está: EUA ou URSS. Várias cenas são extremamente tensas, ficamos bastante apreensivos e isso é o que Hitchcock sabe fazer de melhor.

sábado, 3 de março de 2012

O Homem Que Sabia Demais (The Man Who Knew Too Much) - 1956

01/02/2012 - 12
Nota: 7.5 / 7.5 (IMDB)
Formato: DVD

Direção: Alfred Hitchcock
Elenco: Doris Day, Brenda De Banzie, Bernard Miles, Ralph Truman

Crítica:
Nesse filme Hitchcock sai um pouco do terror e centraliza no suspense com conspiração.
A base do filme se concentra numa família que passa férias no Marrocos, onde começam a perceber coisas estranhas acontecendo e sensação de perseguição. Quando inesperadamente o pai da família recebe uma informação sigilosa e com isso se desencadeia toda a conspiração envolvendo sua família. Mesmo sendo um tipo de história bastante explorada ao longo tempo, é um filme que vale ser visto, é um clássico Hitchcock.
Todos os meus DVDs dos filmes de Alfred Hitchcock estão com bastantes extras e estou assistindo todos, e nesse tem uma curiosidade: esse filme é uma refilmagem do filme de mesmo nome que também é de Alfred Hitchcock. Hitchcock refilmou um filme dele.

Os Pássaros (The Birds) - 1963

24/01/2012 - 09
Nota: 7.0 / 7.9 (IMDB)
Formato: DVD

Direção: Alfred Hitchcock
Elenco: Rod Taylor, Jessica Tandy, Suzanne Pleshette, Tippi Hedren

Crítica:
Alfred Hitchcock realmente é um gênio, se tive tecnologia na época os seu filmes seriam melhores ainda.Para assistir hoje temos que levar em consideração que não existia computador na época, eles tiravam água de pedra para fazer os filmes.
Os pássaros em muitas cenas fica evidente as montagens e os pássaros de mentira. Mas a história do filme e o suspense criado são simplesmente perfeito, parece que ele tinha um formula para conseguir fazer o suspense, a gente realmente fica tenso.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A Rede (The Net) - 1995

08/01/2012 - 02
Nota: 6.5 / 5.7 (IMDB)
Formato: DVD

Direção: Irwin Winkler
Elenco: Sandra Bullock, Jeremy Northam, Dennis Miller, Diane Baker.

Crítica:
Vou começar dizendo que o filme é bom e vale a pena assistir. Não é o melhor filme do gênero que já vi, mas gostei.
Basicamente toda trama do filme é baseada em sistemas computacionais e internet, toda a conspiração é por causa de software poderoso, que está em um disquete em posse da personagem principal, Angela Bennett, que Sandra Bullock interpreta.
O ponto fraco é que o filme ficou datado, os softwares apresentados no filme são bastante antigos, a internet é apresentada como um software e alguns conceitos são invertidos ou distorcidos para tentar facilitar o entendimento.
[Spoiler] O ponto forte é uma parte da trama em que o vilão consegue alterar todos os registros e documentos de Angela Bennett em todos os órgãos do governo, mudando seu nome e a colocando como uma criminosa no sistema da polícia. Achei isso muito bacana, pois é um tema bastante atual e talvez ficcional, considerando que um dia vamos ter apenas um ID, ou documento único. E assim poderemos ter problemas semelhantes a esse.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Clube da Luta (Fight Club) - 1999

20/01/2008 - 05 (4ª vez)
Nota: 10.0
Formato: DVD

Direção: David Fincher
Elenco: Brad Pitt, Edward Norton, Helena Bonham Carter, Meat Loaf

Crítica:
Pela 4ª vez assisti a um dos poucos filmes perfeitos que existem. O filme é uma crítica ao nosso consumismo, ao capitalismo e à sociedade podre em que vivemos. Como sempre Brad Pitt está perfeito, é o melhor ator para fazer papel de louco. Mesmo assistindo pela quarta vez, continua sendo surpreendente, sempre há novos detalhes que não pegamos em outras sessões. Repare na tela piscando, Brad Pitt aparece em várias cenas rapidamente.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Os Duelistas (The Duellists) - 1997

04/05/2008 - 27
Nota: 6.5
Formato: DVD

Direção: Ridley Scott
Elenco: Keith Carradine, Harvey Keitel, Edward Fox, Albert Finney, Cristina Raines, Robert Stephens, Alun Armstrong, Tom Conti, John McEnery, Diana Quick 

Crítica:
Bom filme sobre a loucura, ódio e a obsessão de um soldado que precisa se mostrar melhor que alguém e que precisa ter o objetivo de duelar para se sentir bem. O filme é sobre o duelo de dois soldados, um tentando matar o outro sempre que se encontram por motivo nenhum, puro orgulho e honra.

Toy Story - 1995

04/05/2008 - 28
Nota: 7.5
Formato: DVD

Direção: John Lasseter
Vozes: Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Don Rickles (Sr. Cabeça-de-Batata), Jim Varney (Slinky), Wallace Shawn (Rex), John Ratzenberger (Hamm), John Morris (Andy), Erik von Detten (Sid)

Crítica:
Está entre os melhores filmes da Pixar, não é tão perfeito quanto outros. Os gráficos ainda não são tão bons, mas a história é muito boa. A base da história são os brinquedos de Andy, que criam vida sempre quando ele não está por perto. A grande expectativa é sempre quando Andy vai ganhar mais presentes, onde novos “amigos” poderão chegar.

Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (Indiana Jones and the Raiders of the Lost Ark) - 1981

22/05/2008 - 30 (3ª vez)
Nota: 9.0
Formato: DVD

Direção: Steven Spielberg
Roteiro: Lawrence Kasdan
Elenco: Frank Marshall (Piloto), Karen Allen (Marion Ravenwood), John Rhys-Davies (Sallah), Alfred Molina (Satipo), Harrison Ford (Indiana Jones), George Harris (II) (Katanga), Paul Freeman (Dr. Rene Belloq), Ronald Lacey (Arnold Toht), Denholm Elliott (Dr. Marcus Brody)

Crítica:
Um dos melhores filmes de aventura já feitos. Com ótimos efeitos, para época, e boas atuações. Tem tudo que uma aventura tem que ter. É para ver pelo menos uma vez por ano.

Indiana Jones e o Templo da Perdição (Indiana Jones and the Temple of Doom) - 1984

24/05/2008 - 31 (3ª vez)
Nota: 8.5
Formato: DVD

Direção: Steven Spielberg
Roteiro: Willard Huyck e Gloria Katz, baseado em estória de George Lucas
Elenco: Harrison Ford (Indiana Jones), Kate Capshaw (Willie Scott), Amrish Puri (Mola Ram), Roshan Seth (Chattar Lal), Philip Stone (Capitão Blumburtt), Roy Chiao (Lao Che), David Yip (Wu Han), Ric Young (Kao Kan), Chua Kah Joo (Chen), Philip Tan (Chefe Henchman), Dan Aykroyd (Weber)

Crítica:
Um pouco pior que o primeiro, mas um dos melhore filmes de aventura, é para ver pelo menos uma vez por ano.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Indiana Jones e a Última Cruzada (Indiana Jones and the Last Crusade) - 1989

05/06/2008 - 35 (3ª vez)
Nota: 7.0
Formato: DVD

Direção: Steven Spielberg
Elenco: Sean Connery (Dr. Henry Jones), John Rhys-Davies (Sallah), Harrison Ford (Indiana Jones)

Crítica:
Pior dos três, mas ainda está na frente de muitos filmes de aventura. Indiana agora contracena com seu pai, uma boa história para uma continuação.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Império do Sol (Empire Of The Sun) - 1987

06/07/2008 - 45
Nota: 8.0   
Formato: DVD

Direção: Steven Spielberg
Roteiro: Tom Stoppard, baseado em livro de J.G. Ballard
Elenco: Christian Bale (Jim Graham), John Malkovich (Basie), Miranda Richardson (Sra. Victor), Nigel Havers (Dr. Rawlins), Joe Pantoliano (Frank Demarest), Leslie Phillips (Maxton), Masatô Ibu (Sargento Nagata), Emily Richard (Mãe de Jim), Rupert Frazer (Pai de Jim) Peter Gale (Sr. Victor), Ben Stiller (Dainty)

Crítica:
Excelente drama com pano de fundo a Segunda Guerra mundial no oriente.  Para quem não acompanhou os grandes clássicos na época de seu lançamento, está sendo muito divertido ver com grandes atores começaram, Christian Bale é um deles. A cena da bomba atômica é chocante, muito bem feita. E o filme tem várias outras cenas interessantes. Vale a pena ver e rever.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Os Intocáveis (The Untouchables) - 1987

09/07/2008 - 48
Nota: 9.0
Formato: DVD

Direção: Brian De Palma
Roteiro: David Mamet, baseado em livro de Oscar Fraley, Eliot Ness e Paul Robsky
Elenco: Kevin Costner (Eliot Ness), Robert De Niro (Al Capone), Sean Connery (Jim Malone), Charles Martin Smith (Oscar Wallace), Andy Garcia (Giuseppe Petri), Richard Bradford (Mike), Jack Kehoe (Payne)
Brad Sullivan (George), Billy Drago (Frank Nitti), Patricia Clarkson (Esposa de Eliot Ness), Peter Aylward (Tenente Anderson)

Crítica:
Clássico. Mais um filme de gangster, quando mais assisto mais gosto. Interpretações ótimas, com De Niro e Connery perfeitos, o bom início das carreiras de Costner e Garcia. O filme conta a investigação policial que foi realizada para prender Al Capone, que só foi preso por não pagar impostos. A melhor cena do filme é a da estação de trem, suspense, drama, ação, tudo em alguns minutos, vale o filme.

Minha Bela Dama (My Fair Lady) - 1964

10/07/2008 - 49
Nota: 6.0
Formato: DVD

Direção: George Cukor
Roteiro: Alan Jay Lerner, baseado em peça teatral de George Bernard Shaw
Elenco: Audrey Hepburn (Eliza Doolittle), Rex Harrison (Prof. Henry Higgins), Stanley Holloway (Alfred P. Doolittle), Wilfrid Hyde-White (Coronel Hugh Pickering), Gladys Cooper (Sra. Higgins), Jeremy Brett (Freddie Eynsford-Hill), Theodore Bikel (Zoltan Karpathy), Mona Washbourne (Sra. Pearce), Isobel Elsom (Sra. Eynsford-Hill)

Crítica:
Que decepção! Assisti ao filme com pensamento de Cantado na Chuva. E é muito pior, mas muito pior mesmo. Sei que é um clássico, mas esse clássico envelheceu. O ator Rex Harrison que faz o Prof. Herry é muito ruim, toda vez que ele cantava dava vontade de parar de ver o filme. Fiquei doido para o filme acabar, é um musical onde só a atriz Audrey Hepburn sabe cantar, o resto fala com uma música no fundo. A história é muito legal, mas dava pra fazer um filme melhor com ela. Não gostei. Ainda não assisti aos extras, mas acho que eles não vão mudar minha opinião.