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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Wolverine Imortal (The Wolverine) - 2013


06/01/2014
Nota: 6.5 / 6.8 (IMDB)
Formato: HD 3D

Direção: James Mangold
Roteiro: Christopher McQuarrie, Mark Bomback
Elenco: Hugh Jackman, Famke Janssen, Hiroyuki Sanada, Hal Yamanouchi, Tao Okamoto, Rila Fukushima, Will Yun Lee, Brian Tee, Svetlana Khodchenkova, Ian McKellen, Patrick Stewart


Crítica:
Wolverine Imortal é o segundo filme solo do personagem, mas que dá continuidade ao terceiro filme da série X-Men. Sua história se passa alguns dias após os acontecimentos de X-Men - O Confronto Final.

[SPOILERS...] Wolverine encontra-se em auto-reclusão após ter matado sua amada, Jean Gray, para salvar o mundo. Vivendo numa floresta, apenas se envolvendo em pequenos atritos locais. Quando é encontrar por  Yukio, uma japonesa com a capacidade de prever a morte das pessoas. Vem em nome de Yashida, dono de uma grande empresa japonesa no ramo de pesquisa científica e tecnológica. Yashida está no leito de morte por causa de um câncer, e quer que Logan vá até o Japão para de se despedir, pois foi salvo por ele durante a segunda guerra mundial, exatamente quando a bomba atômica explode.

Chegando lá descobre que Yashida não quer só se despedir, na verdade pretende dar à Logan o que supõe ser seu maior desejo, tornar-se mortal, ou seja, poder envelhecer como qualquer humano, e assim, ter uma vida normal. Mas para isso, seus poderes de cura serão repassados para Yashida, que consequentemente não morrerá.


Logan recusa e Yashida morre. É aí que começa os problemas para Wolverine. A médica, Dr. Green, que cuida de Yashida, é na verdade a mutante Viper, e introduz no seu coração um algo que deixa seu poder de cura enfraquecido. Além disso, os descendentes de Yashida pretendem se apossar de seu império empresarial, mas ele deixou um testamento dando tudo a sua neta. E já em seu funeral, ninjas da máfia japonesa tentam matá-la, e é nesse momento que Wolverine se envolve, para defendê-la tem que lutar contra vários oponentes, mas dessa vez sem seu poder de cura funcionando perfeitamente.

Assim, a história se desenrola com muita ação e vários confrontos entre Wolverine e seus oponentes. Com destaque para luta em cima de um trem bala. No confronto final Wolverine enfrente o Samurai de Prata, que sem muitas explicações aparece apenas para cena final, é nele que está a, nem tanto surpreendente, reviravolta da história. [FIM SPOILERS]


Wolverine Imortal conseguiu, pelo menos, manter o nível dos três filmes da super equipe de mutantes: X-Men - 2000, X-Men 2 (X2) - 2003, X-Men 3 - O Confronto Final (X-Men: The Last Stand) - 2006. Isso mostra que é muito superior ao seu primeiro filme solo X-Men Origens: Wolverine (X-Men Origins: Wolverine) - 2009.

Ainda temos algumas falhas, personagens mal desenvolvidos, como Yukio e Mariko. Yukio ajuda Logan e vários confrontos, mas em nenhum momento a personagem mais explorada. Mariko é o par romântico do protagonista, que fica em perigo o tempo inteiro, mas nada além disso.


O ponto forte do roteiro foi Wolverine, pois pela primeira vez conseguiram explorar os dramas vividos por ele, por ser um mutante e por ser imortal. Conseguimos entrar em sua mente e perceber o quão complexo é ser Wolverine. Mas ainda assim, há um ponto falho, o exagero em suas lembranças por ter assassino Jean. Poderiam ter explorado melhor essa sua fraqueza. Outro ponto forte são as cenas das lutas, os efeitos estão excelentes. Hugh Jackman está no piloto automático, mas para o lado bom, pois está com esse personagem há 13 anos, ele é o Wolverine.

O filme nos dá esperança de que, se continuarem nessa evolução, num eventual terceiro filme do Wolverine, teremos um dos melhores filmes de super-herói.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

João e Maria: Caçadores de Bruxas (Hansel and Gretel: Witch Hunters) - 2013

14/07/2013
Nota: 6.5 / 6.1 (IMDB)
Formato: HD

Direção: Tommy Wirkola
Roteiro: Tommy Wirkola, DW Harper
Elenco: Jeremy Renner (Hansel), Cedric Eich (Hansel jovem), Gemma Arterton (Gretel), Alea Sophia Boudodimos (Gretel jovem), Famke Janssen (Muriel), Peter Stormare (Xerife Berringer), Pihla Viitala (Mina), Thomas Mann (ator) (Ben), Derek Mears (Edward), Monique Ganderton (Bruxa dos Doces), Rainer Bock (prefeito Englemann), Bjørn Sundquist (Jackson), Zoë Bell (bruxa de altura), Joanna Kulig (bruxa ruiva), Ingrid Bolso Berdal (bruxa chifres), Thomas Scharff (o pai de Hansel e Gretel), Kühnel Kathrin (Adrianna)

Crítica:
Baseado em um conto infantil dos irmãos Grimm, que se modificou ao longo do tempo, João e Maria: Caçadores de Bruxas não tem nada para crianças.

[SPOILERS...] Nessa história João e Maria são adultos e se transformam em caçadores de bruxas, após passarem pela traumática casa de doces de uma bruxa que eles mesmos mataram quando crianças, e acabam por seguir esse destino, transformando-se em caçadores de bruxas, para não deixar que outras sequestrem crianças.
Assim, são contratados para investigar o sumiço de várias crianças de uma cidade. Logicamente bruxas estão envolvidas, inclusive uma das mais poderosas, Muriel (Famke Janssen).


A história se desenrola com lutas bem sangrentas entre João, Maria e as bruxas. Nesse contexto eles descobrem que existem bruxas boas, que não ficam fisicamente deformadas, e que inclusive sua mãe era uma delas e por isso morreu queimada. [FIM SPOILERS]

A idéia da história é excelente, mas tentaram levar para o lado adulto super exagerado. Gosto muito de histórias infantis que são levadas a sério e moldadas para incluir o público adulto. Mas não gosto dos exageros nesses temas, pois deixa o público infantil de lado, e pra mim, esse não é o objetivo. Temos ótimos filmes que fizeram isso com sabedoria: Oz: Mágico e Poderoso (Oz: The Great and Powerful) - 2013 e Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) - 2010.


Como filme adulto, ficou parecendo uma aventura infantil do Tarantino: exagero nas lutas com mortes reais e bastante sangue. O roteiro nos prende a atenção, pois a ação acontece há todo momento. O rostinho de mocinha de Gemma Arterton (Maria) dá um toque especial ao controverso infantil/adulto, pois ela parece angelical, mas mata as bruxas com todo ódio e frieza de uma assassina. Jeremy Renner está no auge, sua atuação conclui a estigma que foi criada em torno dos seus últimos personagens: Aaron Cross em O Legado Bourne (The Bourne Legacy) - 2012 e Gavião Arqueiro em Os Vingadores (The Avengers) - 2012.


Por fim, considero um filme divertido, mas temos outros melhores do gênero. De qualquer forma valeu a pena ter assistir, principalmente por ser baseado numa história que fez parte da minha infância.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Busca Implacável (Taken) - 2008

26/02/2009 - 18
Nota: 7.0
Formato: DVD

Direção: Pierre Morel
Roteiro: Luc Besson
Elenco: Maggie Grace, Xander Berkeley (Stuart), Famke Janssen, Liam Neeson, Katie Cassidy (Amanda), Jon Gries (Casey)

Crítica:                                            
Bom filme de ação, não chega nem aos pés de Bourne e 007, mas é diversão garantida. Uma mistura de Comando para Matar e Steven Segal, com o mais tradicional roteiro. A filha de um ex-agente/miltar é sequestrada, e ele tem que correr para salvá-la, e é claro, matando todo mundo a sua volta. Com boas atuações. Liam Neeson nem precisou fazer esforço. E a menina do Lost está bem, apesar dos exagreos, pois aos 16 anos as meninas de hoje já fazem tudo como adultos. Em fim, vale a pena ver e na mais.