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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Sombras da Noite (Dark Shadows) - 2012


01/01/2013 - 1
Nota: 6.5 / 6.3 (IMDB)
Formato: HD

Direção: Tim Burton
Elenco: Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Helena Bonham Carter, Jonny Lee Miller, Jackie Earle Haley, Eva Green, Bella Heathcote, Gulliver McGrath, Chloe Grace Moretz, Thomas McDonell, Ray Shirley, Christopher Lee, Alice Cooper, Ivan Kaye, Susanna Cappellaro, Raffey Cassidy

Crítica
Sombras da Noite é mais um filme que conta com a parceria entre Jonhnny Depp e Tim Burton. Sempre que Burton trabalha com personagens excêntricos, Deep aparece, trazendo suas multifacetas para compor essas figuras.

[SPOILERS] A história é centrada em Barnabes da família Collins. Tudo começa quando uma bruxa, Angelique Bouchard, apaixonada por Barnabes, resolve amaldiçoá-lo por não conseguir seduzi-lo. Mata sua pretendente e o transforma num vampiro, aprisionando-o em um caixão, que só é encontrado, por 120 anos depois,  com as escavações de uma empreiteira. Ao sair do sono, descobre que tudo mudou e sua mansão agora é ocupada por remanescentes de sua família. Tentando se adaptar às modernidades, e convivendo com seus novos parentes, Barnabes se apaixona novamente, Victoria Winters, a governanta da mansão. Mas logo Angelique aparece, dona de um dos maiores empreendimentos da região, ela volta para atormentar Barnabes, e terminar sua maldição.


Dessa vez Burton deixou a desejar, o princípio da história é convincente, mostra os personagens com características bem definidas. Mas a segunda metade ficou sem enredo Barnabes não tem objetivos, Angelique é uma vilã sem muitas aspirações, quer somente o amor de Barnabes, mas desde o início sabemos que não vai corresponder. Por isso, acho que o roteiro poderia ser mais elaborado, a trama mais convincente e a vilã mais cruel, afinal de contas, ela é uma bruxa.

A atuação de Johnny, como sempre, foi perfeita. É o “camaleão” do cinema, suas atuações são sempre surpreendentes e originais.

Gosto dessa parceria e sempre vou assistir aos filmes de Tim Burton e Johnny Depp, mesmo sabendo que nem todos serão excelentes.

sábado, 10 de março de 2012

A Invenção de Hugo Cabret (Hugo) - 2011

25/02/2012 - 16
Nota: 7.5 / 8.0 (IMDB)
Formato: HD

Direção: Martin Scorsese
Roteiro: John Logan
Elenco: Asa Butterfield, Chloë Grace Moretz, Ben Kingsley, Sacha Baron Cohen, Ray Winstone, Emily Mortimer, Helen McCrory, Michael Stuhlbarg, Frances de la Tour, Richard Griffiths, Jude Law, Christopher Lee

Crítica:
Filme muito bom, mas sem sal. Parece que faltou alguma coisa. Pra começar o Hugo não inventa nada, foi inteligente o título somente como Hugo. A história é boa, mas parece que ficou faltando alguma coisa, sei lá um pouco mais de ação, ou um laço emocional mais forte, é tudo muito superficial. Esse é o único ponto fraco.
Considero as atuações boas, na de especial, um destaque maior para Sacha Baron Cohen, ficou legal, apesar do seu personagem ser bem bobinho.
O ponto forte do filme fica com o visual, as imagens internas do relógio são sensacionais. A introdução do filme ficou excelente. Uma coisa legal também é a homenagem feita para os filmes clássicos, sobre a importância que eles tiveram para que hoje o cinema ser o que é.
Vale a pena ver, mas tem filmes melhores.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A Bússola de Ouro (The Golden Compass) - 2007

05/01/2008 - 02
Nota: 8.5
Formato: Cinema

Direção: Chris Weitz
Elenco: Sam Elliott (Lee Scoresby), Ian McKellen (Iorek - voz), Christopher Lee (Lorde Boreal), Nicole Kidman (Marisa Coulter), Kathy Bates (Hester - voz), Daniel Craig (Lorde Asriel), Simon McBurney (Fra Pavel), Ian McShane (Ragnar Sturlusson - voz), Dakota Blue Richards (Lyra Belacqua), Eva Green (Serafina Pekula), Clare Higgins (Ma Costa)

Crítica:
Mais um filme de aventura estilo Senhor dos Anéis, mas depois das fracas aventuras: Crônicas de Nárnia, Eragon e outros, A Bússola de Ouro conseguiu chegar perto de ser uma grande aventura, veremos se as sequencias vão melhor ainda mais. Como sempre Nicole Kidman está espetacular, e os efeitos especiais excelentes comprovam-se com o urso Iorek. Muito bom. Se as continuações forem melhorando o filme, provavelmente compre todos.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Alice no País das Maravialhas (Alice in Wonderland) - 2010

18/04/2010 - 54
Nota: 8.5
Formato: Cinema 3D - IMAX

Direção: Tim Burton
Roteiro: Linda Woolverton
Elenco: Mia Wasikowska (Alice), Helena Bonham Carter (Rainha Vermelha), Christopher Lee, Michael Sheen, Crispin Glover (Valete de Copas), Anne Hathaway (Rainha Branca), Matt Lucas, Alan Rickman (Lagarta), Johnny Depp (Chapeleiro Maluco), Eleanor Tomlinson (Fiona Chataway)

Crítica:
Primeiro vamos aos comentários da minha experiência com o IMAX. Simplesmente espetacular. Realmente faz a diferença, parece que você está dentro do filme, tudo ficar muito perto, a tela e óculos não deixam você perceber que está numa sala de cinema. É como se tudo ficasse mais aguçado, amplia a realidade do 3D. Agora algumas considerações. Proporcionalmente a sala ficou pequena para o tamanho da tela, não sei se é uma recomendação para o IMAX, mas a verdade é que algumas cabeças ficam na frente na parte inferior da tela, pois a tela via do teto até o chão da sala. Assim de onde eu assentei, é como se a parte de baixo do filme ficasse cortada, não fez muita diferença, mas é uma crítica. Acredito que isso deva acontecer só no Brasil, a velha história gastar o mínimo possível e lucrar o máximo possível. São uns babacas.
Sobre o filme, achei excelente. Tim Burton sabe mesmo das coisas, ele conseguiu tirar a infantilidade da história e transformar numa aventura infantil/adulta. E todas as suas maluquices foram colocadas no personagem do Chapeleiro, que está sensacional (ainda vou assistir legenda para ver a performance de Depp mais de perto) e muito maluco. O 3D está no melhor que o do Avatar, pois existem mais cenas com aquele 3D que te faz percebê-lo e com o IMAX ficou ainda melhor. Só perde em algumas cenas que a computação gráfica deixou um pouco transparecer que era CG. O roteiro ficou bem fechado. As atuações foram bem convincentes e tudo bem exagerado no estilo de Burton. É um filme para ver e rever.