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terça-feira, 28 de maio de 2013

Homem de Ferro 3 (Iron Man 3) – 2013

24/05/2013 - 22
Nota: 7.0 / 7.7 (IMDB)
Formato: Cinema 3D

Direção: Shane Black
Elenco: Robert Downey Jr., Gwyneth Paltrow, Guy Pearce, Ben Kingsley, Rebecca Hall, Don Cheadle, James Badge Dale, Stephanie Szostak, William Sadler, Dale Dickey, Ty Simpkins, Miguel Ferrer e a voz de Paul Bettany

Crítica:
A segunda fase dos Vingadores iniciou-se com Homem de Ferro 3 (Iron Man 3) - 2013. A saga do playboy multimilionário, Tony Stark, continua, dessa vez com maior envolvimento de seu par romântico, Pepper Potts, e as várias referências, não mais aos futuros filmes e sim, aos acontecimentos passados nos filmes anteriores, principalmente em Vingadores (Avangers) – 2012.

[SPOILERS...] A história se inicia com Tony Stark em um evento científico, antes de se tornar o Homem de Ferro, onde um cientista “nerd” tenta convencê-lo de se reunir para ouvir suas novas descobertas científicas, mas é claro que Stark o ignora. Voltando aos tempos de hoje, Tony encontra-se em seu laboratório, criando mais uma de suas armaduras, a inovação agora é fazer com que um simples gesto manual faça com que as peças da armadura venham em sua direção  cobrindo seu corpo. Além disso, há a possibilidade da armadura montar sem que haja um corpo, funcionando como um robô.


Logo depois, é apresentado o novo vilão. Vários ataques terroristas estão acontecendo pelo mundo e todos são assumidos, através de vídeos, pelo chefe de uma organização, semelhante à al-Qaeda. Mandarim se mostra um impiedoso e fanático religioso. Seus ataques são feitos por ex-militares estadunidenses, mas seus corpos nunca são encontrados. Em um desses ataques, Happy Hogan, segurança de Stark fica bastante ferido. Revoltado, Stark promete vingança, e em entrevista, chama Mandarim para um confronto. A mansão de Tony é atacada por vários helicópteros e mísseis. Assim, Stark começa uma investigação sobre  Mandarim, seus reais motivos e seu próximo alvo: o presidente dos EUA. [FIM SPOILERS

Fazer sequencias intermináveis de filmes é uma tarefa muito difícil, conseguir colocar o herói sempre em perigo, sem que seja uma repetição dos filmes anteriores, são poucos os que conseguem. Vimos isso na trilogia Batman: Batman Begins - 2005, Batman: O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight) - 2008 e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises) - 2012. Já com o Homem-Aranha não foi a mesma coisa, percebemos que o terceiro filme da trilogia, Homem-Aranha 3 (Spider-Man 3) - 2007 foi o pior deles e por isso resolveram dar um reboot na sequencia. O mesmo aconteceu com Homem de Ferro 3, que é de longe, o pior dos três filmes.


Homem de Ferro 3 se mantem à altura dos anteriores quando falamos de efeitos especiais, cenas de ação e a força para nos prender a atenção. Mas no que diz respeito à história, o roteiro deixa muito a desejar. Aquelas cenas cômicas, e a irreverência de Tony Stark estão bem chatas agora. Ainda adicionaram um drama forçado, em que Stark tem ataques de ansiedade ao lembra-se dos acontecimentos de Nova York, ou seja, a referência aos Vingadores foi passada desse forma, o que ficou horrível. Há também os poderes do exército vilão, que em nenhum momento explica-se como eles explodem e voltam, e como são derrotados, as vezes com um tiro muito forte, as vezes com uma queda grande. A personagem Maya Hansen (Rebecca Hall) não explica ao que veio, poderia ser totalmente cortada.


O que ficou de positivo foi a maior participação de Pepper Potts, secretária e par romântico de Tony Stark. Gwyneth Paltrow pode mostrar um pouco de seu potencial, e dar uma direção melhor para a personagem. Robert Downey Jr. está no modo automático, interpretando bem, mas sem acrescentar nada, e até, como dito anteriormente, com piadinhas sem graça, que deixa as cenas mais chatas do que são. Ben Kingsley fez um trabalho impecável, nos convence do início ao fim, mas a reviravolta que há com seu personagem, eu, particularmente, não gostei.

De qualquer maneira, é um filme divertido, para se ver no cinema, mas acho que a Marvel ainda poderia levar mais a sério seus filmes de super-herói, mesmo sabendo que com a Disney por trás, isso vai ser cada vez mais difícil.

Obs. 1: Há uma cena adicional após os créditos.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Prometheus - 2012


17/05/2012 - 52
Nota: 8.5 / 7.7 (IMDB)
Formato: Cinema 3D

Direção: Ridley Scott
Elenco: Noomi Rapace, Michael Fassbender, Charlize Theron, Idris Elba, Guy Pearce, Logan Marshall-Green, Sean Harris, Rafe Spall, Kate Dickie, Patrick Wilson

Crítica:
Prometheus prometeu, mas não cumpriu. Tinha tudo para o cinema voltar a ver um grande filme de terror e suspense, acho que a expectativa foi grande demais, e por isso achei que ficou devendo. Mas veja, não falei que o filme é ruim. O filme é muito bom, melhor do que a maioria dos filmes que estão saindo por aí.
Achei a base da história bem parecida com a do primeiro Alien, mas com muito mais ação e por isso ele passou a ser comparado mais com as sequências dos Alien.
[SPOILERS] Temos mais uma vez uma mulher como heroína, temos mais uma vez um robô com cara de humana, e também os personagens que estão lá só para morrer.
A primeira metade do filme é muito boa, Alien puro, a história vai nos apresentando os personagens, e contando o que está acontecendo, com bastante mistério e suspense.Mas quando eles tem o primeiro contato com os Aliens, o filme muda, vira ação pura.
O filme começa com uma cena estranha, um cara quase albino tomando um liquido esquisito, seu corpo começa a derreter ele cai de uma cachoeira. Assim a cena mostra o DNA se misturando com o DNA dos seres existentes na água. Achei genial. Logo depois a história se inicia com um casal de arqueólogos descobrindo escrituras e pinturas ao redor do mundo, e todas elas com a mesma interpretação. Um convite extraterrestre para visitar outro planeta e descobrir de onde viemos, quem nos criou e por que. Assim, a história já pula para o espaço, uma nave com vários tripulantes começando a acordar da hibernação. Apenas um o robô estava acordado. Logo ao pousar no planeta eles avista uma superfície estranha, parecendo uma capsula oval gigante. Então saem da nave e vão de encontro aos Aliens, a partir disso a ação começa, mortes, suspense e terror. O filme fica bem comum.
Outra coisa estranha é que os personagens tomam várias atitudes que ficam sem explicação, parecendo que algumas partes foram deixadas para o segundo filme, ou tiveram que ser cortados e estarão numa possível versão do diretor.
Muitas críticas ruins, mas no final das contas o filme é muito bom e vale a pena ver. O 3D ficou muito bom, só escurece um pouco, pois o filme já é escuro.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Atos Que Desafiam a Morte (Death Defying Acts) - 2008

29/03/2009 - 32
Nota: 7.0
Formato: DIVX

Direção: Gillian Armstrong
Roteiro: Brian Ward,Tony Grisoni
Elenco: Timothy Spall (Sugarman), Catherine Zeta-Jones (Mary McGarvie), Guy Pearce (Harry Houdini), Saoirse Ronan (Benji McGarvie)

Críticas:
Mais uma história baseada em fatos reais. Já ganha alguns pontos. A história de um dos mágicos mais famosos da época, não conhecia nada da sua história, e sua morte é o mais surpreendente. O roteiro cria um romance e dramas para que a história seja contada, e isso tira do filme o rótulo de biografia, mas ficou muito bom, deixando o espectador em dúvida até as últimas cenas. Talvez poderiam deixar a dúvida no ar.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Guerra ao Terror (The Hurt Locker) - 2008

28/01/2010 - 14
Nota: 8.0
Formato: DIVX

Direção: Kathryn Bigelow
Roteiro: Mark Boal
Elenco: Brian Geraghty, Guy Pearce, David Morse (Coronel Reed), Anthony Mackie, Evangeline Lilly (Connie James), Ralph Fiennes, Jeremy Renner

Crítica:
O filme é tão real que até lembra um documentário. Ele nos coloca dentro da guerra no Iraque, com os dramas, sofrimentos e medo dos soldados americanos e dos civis nativos. A tensão é do início ao fim, sempre esperamos acontecer o pior, e muita vezes não acontece, mas quando acontece ficamos chocados. É extramamente real. Algumas cenas são épicas, como a primeira explosão do filme, uma câmera lenta com uma realidade incrível.
Nos mostra o que é está numa guerra, ao mesmo tempo que os soldados tem que se manterem vivos, tem que salvar vidas e tirar vidas. É uma controvérsia, principalmente porque nem sempre eles tem certeza de quem eles tem que matar ou não matar. É um filmaço, todos devem ver. E assistam no cinema, tem várias cenas bacana. Talvez eu vá assistir novamente no cinema.

quarta-feira, 2 de março de 2011

O Discurso do Rei (The King's Speech) - 2010

21/02/2011 - 19
7.5 / 8.8 (IMDB)
Formato: HD

Direção: Tom Hooper
Roteiro: David Seidler
Elenco: Geoffrey Rush (Lionel Logue), Derek Jacobi, Guy Pearce, Helena Bonham Carter, Jennifer Ehle, Colin Firth (Rei George VI), Michael Gambon, Timothy Spall

Crítica:
Pra mim é um dos fortes candidatos ao Oscar, junto com Cisne Negro. É um excelente filme de época e conta uma história que poucas pessoas sabem, sobre o pai da atual rainha da Inglaterra, Elizabeth II. E como ele se tornou rei, que não foi da forma mais comum. Ainda toca em um tema que raramente é discutido, a gagueira.

Em princípio o filme não parece chamar muita atenção, mas à medida que a história é contada ficamos curioso e emocionado com as dificuldades do futuro rei em fazer discursos, que para um rei, teoricamente naquela época, era a única e mais importante coisa que o rei fazia de verdade.
Como disse, é um bom filme, mas, é mais um filme que vai ser esquecido no tempo, mesmo ganhando. Rede Social e Toy Story são filmes que poderão ser muito mais lembrados do que esse.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

A Estrada (The Road) - 2009

21/11/2010 - 102
Nota: 6.5
Local: Casa - DIVX

Direção: John Hillcoat
Roteiro: Joe Penhall
Elenco: Charlize Theron, Guy Pearce, Robert Duvall, Viggo Mortensen, Garret Dillahunt, Kodi Smit-McPhee, Molly Parker   

Crítica:
Não sei por que, mas filmes pós-apocalíptico é um gênero que agrada a maioria das pessoas. Talvez seja porque nos faz pensar no que faríamos, quais seria nossas reações e atitudes.
Um homem e seu filho são sobreviventes de um mundo cinza, onde o objetivo é procurar por comida e sobreviver. Os humanos fazem qualquer coisa por comida, até canibalismo. E o homem (Viggo Mortensen) se coloca como verdadeiro pai, capaz de defender o filho a todo custo, mas sempre procurando manter os seus princípios e passá-los ao filho. O filho (Kodi Smit-McPhee) nunca conheceu o mundo como era antes, suas perspectivas são apenas daquele mundo destruído, para ele o mundo anterior é apenas um sonho.
Esse filme é um pouco deferente dos outros, pois não se fala na causa da destruição do mundo. A base do filme é a relação entre pai e filho, e até onde o instinto de sobrevivência, os princípios e a dignidade vão.
É um filme bem triste, mas a pena ver.