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sábado, 11 de outubro de 2014

Walt nos Bastidores de Mary Poppins (Saving Mr. Banks) - 2013

06/06/2014
Nota: 9.0 / 7.6 (IMDB)
Formato: HD

Direção: John Lee Hancock
Elenco: Emma Thompson, Tom Hanks, Colin Firth, Paul Giamatti, Jason Schwartzman, Bradley Whitford, Annie Rose Buckle, Ruth Wilson, B.J. Novak, Kathy Baker, Rachel Griffiths, Ronan Vibert

Crítica:
Um filme com o título Walt nos Bastidores de Mary só podemos esperar que o protagonista principal fosse Walt Disney, e a história gire em torno da sua participação no filme Mary Poppins. Mas o filme na verdade se chama Saving Mr. Banks, que numa tradução literal seria Salvando Sr. Banks, que mesmo literalmente, é o título mais adequado para história.

Mary Poppins - 1964 é um clássico infantil da Disney, ganhador de 5 Oscares, inclusive para Julie Andrews como melhor atriz. O filme conta a história de uma babá com poderes mágicos, que aparece para cuidar dos filhos de Sr. Banks.

A personagem principal do filme não é Walt Disney, e sim, Pamela Travers escritora do romance infantil Mary Poppins. O roteiro mostras com flashbacks duas histórias distintas, uma é sobre a infância de Travers, a outra é sobre sua relutância em deixar o estúdio Disney adaptar seu livro para o cinema.


O filme inicia mostrando o passado da família Travers e as dificuldades que Pamela viveu em sua infância. Seu pai tinha problemas com bebida, mas ainda assim mantinha um bom emprego como gerente de banco.
No presente, Walt Disney negocia com Travers a compra dos direitos para transformar seu romance em filme. Após vários telefonemas, Disney a convence ir ao estúdio para uma conversa pessoal. 

A relação entre os dois momentos da história está para explicar como Travers se tornou uma mulher amargurada e triste. Sua relação com o pai é bastante explorada, e dessa que molda a personalidade da escritora P.L. Travers.


Logo ao chegar um Los Angeles, Travers mostra seu mau humor em vários momentos, ao tratar com o motorista que vai buscá-la no aeroporto, ao encontrar com Walt e nas negociações do contrato. Travers concorda em assiná-lo, mas somente após sua aprovação do roteiro. Com isso, ela começa a restringir todas as ideias que considera errada na história, seu receio é que os roteiristas transformassem sua personagem em uma boba alegre. 

Seu perfeccionismo fica aflorado, e os roteiristas passam apertado para conseguir agradá-la. Em princípio ela restringe qualquer cena com desenho animado, e também cenas musicais.


Com a história de sua infância entendemos e aprendemos a gostar de seu jeito e de suas motivações, ao mesmo tempo em que acompanhamos a sua aceitação para assinar o contrato, pois a história que escreveu é uma visão sonhada para seu pai. O Sr. Banks da história é a ideia de pai que ela gostaria de ter tido, e Mary Poppins é a babá que cuidou dela na falta do pai.

Para favorecer positivamente e valorizar essa história, temos dois grandes atores nos papéis principais: Tom Hanks como Walt Disney e Emma Thompson como Pamela Travers. Os dois estão excelentes, mas Thompson dá um toque especial em sua interpretação, nos mostrando de forma realística o comportamento de Pamela.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Capitão Phillips (Captain Phillips) - 2013

 26/03/2014
Nota: 9.0 / 8.0 (IMDB)
Formato: HD

Direção: Paul Greengrass
Roteiro: Billy Ray
Elenco: Tom Hanks (Capitão Richard Phillips), Barkhad Abdi (Abduwali Muse), Catherine Keener (Andrea Phillips), Barkhad Abdirahman (Bilal), Faysal Ahmed (Najee), Mahat M. Ali (Elmi), Michael Chernus (Shane Murphy), David Warshofsky (Mike Perry), Corey Johnson (Ken Quinn), Chris Mulkey (John Cronan), Yul Vazquez (Capitão Frank Castellano), Max Martini (Comandante da Navy Seals), Omar Berdouni (Nemo), Mohamed Ali (Asad), Issak Farah Samatar (Hufan)

Crítica:
Em abril de 2009 o navio de cargas Maersk Alabama foi invadido por piratas somalianos na costa da Somália. Seu capitão, Richard Phillips, adotou todos os procedimentos possíveis para recuperar seu navio, mas acabou sequestrado. Essa é a história verídica que o filme Capitão Phillips retrata.

Há uma grande dificuldade em realizar filmes de uma história real, pois o público sabe o final. Por isso, o roteiro e a direção devem criar formas de prender o espectador à história, principalmente quando há suspense ou tensão.

[SPOILERS...] Claramente, desde o início da projeção, percebemos que mesmo sabendo a história, estamos curiosos para ver os detalhes de como aconteceu. Tudo começa tranquilo, com Phillips se preparando para partir, despedindo-se da esposa e recolhendo as últimas instruções para o trabalho. Dentro do navio, faz as conferências, dá as ordens sem muitas delongas e parte para o alto mar.


Ao poucos vamos percebendo que Phillips é um cara extremamente centrado e correto com os procedimentos de segurança. A tripulação passa tranquilidade e certa descontração, mas como sabemos que algo vai acontecer nos faz ficar mais tenso ainda. Tipo: "Ei, tenham atenção, os caras vão chegar a qualquer momento". E quando menos esperamos, Phillips é avisado de que algo estranho no radar. Um barco com piratas vem em direção ao Maersk. Phillips emite o alerta para a tripulação, que toma seus postos para esse tipo de ataque. Com uma estratégia de rádio, simulando uma conversa com a guarda costeira, Phillips consegue afastar os piratas, mas sabe que eles voltarão de qualquer forma.

Em poucos dias os piratas estão de volta, todos os procedimentos adotados não são suficientes para afastá-los e o Maersk Alabama é invadido. Phillips manda a maior parte da tripulação se esconder na sala de máquinas e começa a negociação com o líder dos piratas. Inteligentemente durante as conversar, Phillips e a tripulação vão trabalhando para tentar dominar os sequestradores, até conseguirem pegar o líder deles, assim os piratas aceitam deixar o Maersk, mas quando estão para sair, conseguem levar Phillips como refém.


Maersk Alabama está salvo, mas Phillips se encontra em poder do sequestradores, dentro do que eles chamam de baleeira, um pequeno barco fechado que serve como salva vidas em casos de naufrágio.
Logo os piratas percebem que estão sendo seguidos pelo Maersk e por um navio de guerra da marinha estadunidense. As negociações começam, e a cada dia que passa os piratas ficam mais desesperados, sem suprimentos e acuados pela marinha. A tensão aumenta a cada minuto, Phillips tenta fugir à nado, mas os piratas o capturam novamente.

Até o momento em que os SEALs da marinha, atiradores de elite, são autorizados a se prepararem para execução, pois o comando percebeu que os piratas não cederão e Phillips começava a correr alto risco de vida. Numa estratégia rápida, três dos piratas são mortos, apenas um sai com vida. Phillips é resgatado sem ferimentos, apenas com o desgaste dos vários dias que passou no baleeiro.

O único pirata sobrevivente, Abduwali Muse, foi julgado condenado e se encontra preso nos EUA. [FIMSPOILERS]


Como disse, a história nos prende do início ao fim. Mesmo no início em que tudo está calmo, ficamos tensos, na expectativa da invasão do navio. Depois que os piratas tomam o comando, o filme fica excelente, conseguimos entender cada detalhe da estratégia adotado por Phillips, é como se tudo acontecesse em câmera lenta.

Tom Hanks está muito bem no papel do capitão, conseguir expressar bem a tensão do momento, mas ao mesmo tempo como Phillips era um cara muito preparado para todos os tipos de situações e não perdia a calma de forma alguma, sempre tentando controlar a situação.

Mas dentro das atuações, quem rouba a cena é Barkhad Abdi, que representou o líder dos piratas. Ele é muito convincente, há muito tempo não via uma atuação tão forte, tão verídica.

Lendo algumas entrevistas das pessoas que realmente estiveram no Maersk, percebi algumas controvérsias. Alguns deles dizem que o capitão Phillips poderia ter evitado o sequestro, pois foi avisado de que não eram para navegar por aquelas águas, e ele desobedeceu a ordem. Outros disseram que entendem que cinema não é a vida real, que alguns fatos foram modificados, mas a história central mostrou o que aconteceu com eles.

Particularmente, acredito que todo filme é uma ficção, não há como contar uma história sem alguns exageros ficcionais, pois é isso que o público gosta.

Por fim, Capitão Phillips é um excelente filme, nos prende o início ao fim. Nos faz torcer por Phillips e acreditar que ele é um herói. Vale a pena assistir.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A Viagem (Cloud Atlas) - 2012


11/01/2013 - 5
Nota: 7.5 / 8.0 (IMDB)
Formato: HD

Direção: Lana Wachowski, Tom Tykwer, Andy Wachowski
Elenco: Tom Hanks, Halle Berry, Jim Broadbent, Hugo Weaving, Jim Sturgess, Doona Bae, Ben Whishaw, James D'Arcy, Zhou Xun, Keith David, Susan Sarandon, Hugh Grant

Crítica:
Bastante criticado, A Viagem, tenta ser um épico da ficção filosófica e religiosa. Os irmãos Wachowski colocaram em seis histórias diferentes, a filosofia que envolve a vida. As histórias aparentemente são distintas, mas aos poucos e sutilmente vão se conectando e procuram mostrar que sempre haverá vidas conflitantes dentro das sociedades.

[SPOILER] Tudo começa com um velho ancião contando sua história de vida, e logo nos vemos acompanhando um advogado no século XIX, que sai em uma viagem para encontrar escravos, mas acaba por salvar um. Dentro desse contexto, nos mostra o quão as pessoas podem ser boas mesmo em situações e época que não era permitido ser bom. Dessa forma, há todo momento, são feitos cortes, passando e mudando entre as histórias. Cortes abruptos ou suaves, e com o tempo, cada vez mais ligando as histórias, seja na fala de um personagem ou no resultado da cena.

Outra história se passa nos anos trinta, e mostra os conflitos das inspirações de um jovem compositor iniciante, Adam Ewing, e a falta de inspiração de um conceituado músico decadente, em busca da cifra perfeita. A junção se pretende a perfeição, mas não é bem isso que acontece. 

Nos anos setenta, uma jornalista investiga uma empresa que projeta um reator nuclear cheio de falhas, onde há uma conspiração por traz do projeto, e por isso, ela é perseguida para ser assassinada.

Nos dias atuais, um velho editor, Timothy Cavendish, se vê rico, após seu escritor matar um crítico e seu livro se tornar um dos mais vendidos do país. Mas ao gastar todo o dinheiro, e não ter mais como arcar com a parte do escritor, se vê perseguido pelos capangas do escritor. Assim, pede ajuda a seu irmão, que o aconselha esconder em hotel, que na verdade era um asilo. Agora, toda essa trama, vira o foco para o plano dos velhinhos fugirem do asilo.

No futuro de 2144, acompanhamos Sonmi-451, uma garçonete que não tem direitos, só deveres. Sua função é apenas fazer o serviço e descansar em sua cama quarto. A única motivação é saber que ao final do contrato de trabalho ela e suas colegas passarão pelo processo de libertação. Mas quando uma de suas colegas se revolta e é morta, Sonmi começa a questionar sobre sua vida, é quando aparece um dos membros da rebelião, Hae-Joo Chang, e a resgata. A proposta dos rebelados seria colocá-la como a porta voz do grupo e fazer um discurso para tentar fazer a população abrir os “olhos”. Para isso, Chang mostra para Sonmi o que era a libertação, chamada de Exaltação. Todas as garçonetes eram clones que ao não servirem mais para o trabalho, eram enfileiradas e assassinadas em cadeiras elétricas futurísticas.

Num futuro ainda mais distante, o mundo chegou ao caos e agora os humanos regrediram, tecnologicamente, e voltaram a viver em tribos. Zachry é um dos líderes de uma das tribos, que vivem em conflito, uns matando os outros. A situação muda quando Meronym aparece, uma remanescente do mundo tecnológico, pedindo ajuda para chegar ao topo das montanhas. Em princípio Zchary resiste, mas após sua sobrinha ser salva Meronym, ele decide ajudá-la. No topo da montanha Zchary se dentro de uma estação de comunicação entre os que estão na Terra e os que foram refugiados para uma nave, e ainda vivem com tecnologias. Além disso, descobre que Sonmi era apenas uma mulher comum, que liderou, lutou e representou a revolução. Ao voltar, descobre que todos estão de sua tribo foram mortos pela tribo rival, salvando apenas sua sobrinha. Os três fogem e são resgatados pela nave da comunidade de Meronym.


Todas as histórias estão interligadas, mas não é fácil pegar todas as ligações. Percebi que quanto mais se passava, mais conectado ficava. As falas de um personagem serviam exatamente para a próxima cena de outra história. Alguns personagens existiam em mais de uma história, como Sonmi. Objetos encontrados no passado são vistos no futuro de alguma forma. Além disso, o que fez muito sentido foi o uso dos mesmos atores nas seis histórias, eles tem uma conectividade entre as histórias, mesmo com papeis diferentes. Seus comportamentos vão passando por fases, melhorando ou piorando.  Para isso, foi utilizada bastante maquiagem, que variou de excelente, a ponto de não reconhecermos o ator por traz dela, até horrível, de percebermos a utilização de máscaras.

Os atores tiveram boas atuações, principalmente por fazer papeis bastante diferentes dentro as histórias, mas em vários momentos nem percebemos quem é o ator por traz da maquiagem, e quando isso acontece, é porque ele está atuando muito bem. Tom Hanks dispensa comentários, é um grande ator, consegue fazer qualquer tipo de papel, e nesse filme não foi diferente.

Os irmãos Wachowski entram bastante dentro de conceitos religiosos. O principal deles é a personagem Sonmi, que participa de duas histórias, e é uma analogia direta à Jesus Cristo, e nesse caso faz uma dura crítica e até polêmica para as religiões de hoje. Acho realmente que Cristo poderia ter sido apenas um símbolo de uma revolução. 

A fonte principal de todas as histórias é a vida, de como os seres humanos são capazes de fazer o bem e mal, e mostra que isso sempre vai existir, e ainda assim vamos sobreviver a tudo e a todos. Além disso, mostra como cada uma de nossas atitudes podem trazer efeitos, bons ou ruins, por décadas, às vezes até para sempre.

Apesar de ser um filme longo, para alguns, cansativo, assistirei de novo, pois são tantas as ligações e detalhes, que a segunda vez poderei perceber mais as sub mensagens de cada história.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud & Incredibly Close) - 2011


24/04/2012
Nota: 7.5 / 6.7 (IMDB)
Formato: HD

Direção: Stephen Daldry
Elenco: Tom Hanks, Sandra Bullock, John Goodman, Max von Sydow, James Gandolfini, Jeffrey Wright, Viola Davis, Thomas Horn.

Crítica:
Um drama que retrata a forma como o 11 de setembro afetou as pessoas, as famílias e que o problema não está somente nas vidas perdidas. O problema é muito mairo e estará presente por anos e anos na vida das pessoas que sofreram de alguma forma com o atentado.
O filme conta a história que um menino que perdeu pai no atentado de 11 de setembro e como ele passou a conviver e buscar explicações para a morte do pai. É bastante emocionante e muitas vezes engraçado.
Acho que vale a pena assistir. O filme nos traz para a realidade do atentado, pois muitas vezes não fazemos idéia do que aconteceu, pra gente o atentado está longe e pareceu um filme.

=> Oscar
Agora sim, terminei de assistir todos os filmes candidatos ao Oscar de melhor filme em 2012. Pela minhas notas O Artista seria o ganhador.
9.0 - O Artista
8.5 - Histórias Cruzadas
7.5 - Meia-Noite em Paris
7.5 - A Invenção de Hugo Cabret
7.5 - Os Descendentes
7.5 - Tão Perto e Tão Forte
7.0 - O Homem Que Mudou o Jogo
7.0 - A Árvore da Vida
7.0 - Cavalo de Guerra
Obs: Os empates estão ordenados pelos que eu mais gostei.
Achei o Oscar desse ano bem fraco, não tem aquele filme que tenho vontade de ver e rever pra sempre.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Toy Story - 1995

04/05/2008 - 28
Nota: 7.5
Formato: DVD

Direção: John Lasseter
Vozes: Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Don Rickles (Sr. Cabeça-de-Batata), Jim Varney (Slinky), Wallace Shawn (Rex), John Ratzenberger (Hamm), John Morris (Andy), Erik von Detten (Sid)

Crítica:
Está entre os melhores filmes da Pixar, não é tão perfeito quanto outros. Os gráficos ainda não são tão bons, mas a história é muito boa. A base da história são os brinquedos de Andy, que criam vida sempre quando ele não está por perto. A grande expectativa é sempre quando Andy vai ganhar mais presentes, onde novos “amigos” poderão chegar.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Jogos do Poder (Charlie Wilson's War) - 2007

18/12/2008 - 105
Nota: 6.5
Formato: DIVX

Direção: Mike Nichols
Roteiro: Aaron Sorkin
Elenco: Tom Hanks (Charlie Wilson), Julia Roberts (Joanne Herring), Om Puri (General Zia-Ul-Haq), Philip Seymour Hoffman, Erick Avari (Avi Perlman), Amy Adams

Crítica:
Apesar de ser baseado em história real, não gostei muito. Acho que já estou cansando de filmes sobre guerra e terrorismo com executivos só falando e conversando para resolver todos os problemas do mundo. É legal para conhecer a história e saber que alguém realmente fez aquilo tudo, e salvou o Afeganistão da U.R.S.S.. Quase que não vale a pena ver, mas por ser verídico valeu.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Larry Crowne - O Amor Está de Volta (Larry Crowne) - 2011

23/09/2011 - 59
Nota: 6.0 / 6.0 (IMDB)
Formato: Cinema

Direção: Tom Hanks
Roteiro: Nia Vardalos,Tom Hanks
Elenco: Peter Scolari, Wilmer Valderrama, George Takei, Julia Roberts, Bryan Cranston, Taraji P. Henson, Holmes Osborne, Tom Hanks

Crítica:
Comédia romântica bem fraquinha. Dois grandes atores em papéis bastante comuns, sem necessidade de grande atuação. Tom Hanks é Larry Crowne, um cara extremamente “Nerd” se depara com várias dificuldades na vida, que o faz entrar na faculdade depois dos 40. Assim ele descobre seu par romântico e o filme se desenrola nisso.
Pelos atores e pelo Tom Hanks, também como diretor, esperava mais. É um filme gostoso de assistir, mas tem muitos melhores nesse estilo.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

The Pacific – 2010

15/07/2011 - 45
Nota: 9.5 / 8.4 (IMDB)
Formato: Blu-Ray

Direção: Tim Van Patten (1º Episódio), David Nutter (2º Episódio), Jeremy Podeswa (3º Episódio),Graham Yost (4º Episódio), Carl Franklin (5º Episódio), Tony To (6º Episódio), Tim Van Patten (7º Episódio), David Nutter & Jeremy Podeswa (8º Episódio), Tim Van Patten (9º Episódio), Jeremy Podeswa (10º Episódio)

Elenco: Joseph Mazzello (Cabo Eugene "Sledgehammer" Sledge), Jon Seda (Sargento John Basilone), James Badge Dale (Soldado de Primeira Classe Robert Leckie), William Sadler (Coronel Lewis "Chesty" Puller), Isabel Lucas (Gwen), Penny McNamee (Hope), Cariba Heine (Phyllis), Jacob Pitts (Bill "Hoosier" Smith), Ashton Holmes (Sid Phillips), Nikolai Nikolaeff (Rear Echelon Man), Brendan Fletcher (Bill Leyden), Matt Craven (Dr. Grant), Nathan Corddry (Loudmouth), Rami Malek (Merriell "Snafu" Shelton), Matthew Dale (Sargento John Marmet), Damon Herriman (Merrin), Grant Cartwright (Capitão Midnight), Ben Esler (Charles "Chuck" Tatum), Joshua Close (Edward Sledge), Jon Bernthal (Manuel Rodriguez), Gary Sweet (Haney), Martin McCann (Cabo R.V. Burgin), Keith Nobbs (Bud "Runner" Conley), Leon Ford (tenente Edward "Hillbilly" Jones), Freddie Joe Farnsworth (tenente "Stumpy" Stanley), Simon Bossell (Doc Stern), Tom Budge (Ronnie Gibson), Braydn Michael (Robert Marshall), Scott Gibson (Capitão Andrew "Ack Ack" Haldane), Joshua Biton (Sargento J.P. Morgan), Josh Helman (Lou "Chuckler" Juergens), David Ludlow (Lil'One), Frank Lee (Chuck "Cho" Yang), Henry Nixon (Hugh "Ivy League" Corrigan), Dwight Braswell (Steve Evanson), Anna Torv ((não Creditado)), Mauricio Merino Jr (Handyboy), Karl Cottee (Cabo Pegg), Claire van der Boom (Stella), Mark Trezise (LVT Driver), Ashley Zukerman (Mac), Annie Parisse (Lena)

Produção Executiva: Steven Spielberg, Tom Hanks

Crítica:
Junto com Band Of Brothers, The Pacific é a melhor experiência audiovisual já feita. Qualquer um que nunca foi à guerra terá a idéia do que é estar numa guerra, essas duas séries conseguem nos dar uma noção do que aconteceu. Acho que é o mais próximo do que poderemos chegar.
Existem vários filmes que nos contam e são ótimos exemplos de guerra, mas não chegam nem perto das duas series. Um filme dura apenas 2 ou 3 horas, que não são suficientes para mostrar os horrores reais da guerra.
The Pacific conta a história da Segunda Guerra Mundial no Pacífico, a Guerra entre EUA e Japão. E é claro, com a visão dos estadunidenses. A série acompanha três personagens principais: Cabo Eugene "Sledgehammer" Sledge, Sargento John Basilone e Soldado de Primeira Classe Robert Leckie. Sledge escreveu uma das principais biografias sobre a Guerra do pacífico, Basilone foi o principal fuzileiro da Guerra e Leckie também escreveu sua biografia. Baseado nisso, a série foi feita.
As batalhas no Pacífico foram muito mais dramáticas e sofridas do que na Europa, se é que tem como classificar uma batalha da outra, os EUA perderam muito mais homens do que em quaisquer batalhas na Segunda Guerra.
Nos documentarios do blu-ray podemos confirmar o que a série mostra sobre os japoneses, que são soldados extremamente doutrinados pela cultura japonesa. Era melhor morrer do que ser prisioneiro, seria uma vergonha para a família, um soldado japonês preferir ser preso, do que morrer pelo seu país. Os generais e soldados estadunidenses achavam que teriam que matar todos os japoneses, soldados ou não, para vencer a Guerra. Após as bombas atômicas, foi registrada a primeira rendição de um exército japonês na história do Japão.
Vale a pena assistir todos os documentários, e ainda rever todos os episódios com os comentários dos sobreviventes. Esse é o Segundo melhor blu-ray que tenho o primeiro é Band Of Brothers. Vale a pena comprar e assistir uma vez por ano.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Anjos e Demônios (Angels & Demons) - 2009

16/05/2009 - 38
Nota: 7.5
Formato: Cinema

Direção: Ron Howard
Roteiro: David Koepp,Akiva Goldsman
Elenco: Tom Hanks (Robert Langdon), Carmen Argenziano (Silvano Ventivoglio), Ewan McGregor (Carlo Ventresca), Stellan Skarsgård (Richter), Ayelet Zurer (Vittoria Vetra)

Crítica:
Não li o livro, mas li O Código da Vinci, e pelo que  já escutei, os livros seguem a mesma fórmula. Assim classifico os dois filmes como muito bons. O Código da Vinci ficou melhor por vários motivos, era um filme muito esperado e a história é melhor. Anjos de Demônios ficou melhor no aspecto do roteiro, que conseguiu centralizar a história, focar a história e assim ficou muito menos confuso para quem não leu o livro. Os objetivos foram trassados desde o início, e os mistérios eram colocados e resolvidos no mesmo momento, só o mistério final é que ficou para o final. As atuações foram boas e realmente o final é surpreendente, mesmo que você desconfie do vilão, não tem como afirmar quem é realmente o vilão até o final do filme. Vou comprar.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Toy Story 3 - 2010

24/06/2010 - 61
Nota: 9.0   
Formato: Cinema 3D

Direção: Lee Unkrich
Roteiro: Michael Arndt
Elenco: Ned Beatty, Joan Cusack (Jessie - voz), Wallace Shawn (Rex - voz), Whoopi Goldberg, Timothy Dalton (Voz), Michael Keaton (Ken - voz), John Ratzenberger (Porquinho), Tim Allen (Buzz Lightyear - voz), Jeff Garlin, Tom Hanks (Woody - voz)

Crítica:
Mais uma vez a Pixar (acho que em todos os comentários dos filmes da Pixar eu começo com essas palavras) fez um filmaço. Simplesmente o melhor dos três Toy Storys, mas ainda estou na dúvida se ele entrou para os 3 melhores da Pixar. Pixar já tem clássiscos!
Eles conseguiram juntar emoção, comoção, alegria, tristesa, suspense, terror em um só filme. Muito bom mesmo, vale para todas as idades. As cenas do Ken e da Barbie são as melhores, zoação total. E o final do filme é muito emocionante igual ao início de Up. Acho que não vou comentar mais nada, filmes da Pixar tem que assistir, não adianta comentar.

terça-feira, 22 de março de 2011

Quero Ser Grande (Big) - 1988

18/09/2010 - 80
Nota: 7.5
Formato: Blu-Ray

Direção: Penny Marshall
Elenco: Tom Hanks, Robert Loggia, John Heard, Jared Rushton, David Moscow

Crítica:
A melhor sessão da tarde de todas. O filme que conta a história de toda criança. Vale a pena ver e rever, sempre que esquecer. A cena do piano é excelente, uma das melhores do cimena.