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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

O Ursinho Ted (Ted) - 2012

07/12/2012
Nota: 6.5 / 7.3 (IMDB)
Formato: Avião

Direção: Seth MacFarlane
Elenco: Mark Wahlberg (John Bennett), Bretton Manley (Jovem John), Mila Kunis (Lori Collins), Seth MacFarlane (Ted), Zane Cowans (Jovem Ted), Joel McHale (Rex), Giovanni Ribisi (Donny), Aedin Mincks (Robert), Patrick Warburton (Guy), Matt Walsh (Thomas), Jessica Barth (Tami-Lynn), Bill Smitrovich (Frank Stevens), Sam J. Jones (Ele mesmo), Norah Jones (Ela mesma), Tom Skerritt (Ele mesmo), Patrick Stewart (Narrador), Ryan Reynolds (Jarred)

Crítica:
A comédia de humor negro, Ted, causou bastante polêmica por trazer um brinquedo infantil com atitudes adultas e politicamente incorretas. Apesar disso, recebeu boas críticas de site especializados, e esses foram os motivos que me levaram assistir ao filme.

John Bennett é uma criança solitária e sem amigos, mas quando ganha de natal um ursinho de pelúcia sua vida muda. Dá o nome de Ted ao ursinho, deseja que ele seja seu melhor amigo e que ganhe vida como um ser humano. Seu desejo se realiza e Ted passa a ter atitudes humanas, falando e brincando com Bennett. Vinte e tantos anos se passam, Ted e Bennett continuam melhores amigos. Bennett agora é um adulto, mas sem uma vida independente, tudo é motivo para faltar ao trabalho, os dois passam mais tempo bebendo cerveja,  fumando maconha e falando palavrão, do que se procurando com as responsabilidades da vida. [SPOILERS] Além disso, a namorada de John não aceita muito bem a amizade dos dois, colocando a culpa em Ted por ele não conseguir amadurecer na vida. Assim, John propõe uma separação de Ted para que os dois tentem a independência, mas tudo acabando dando errado, por coincidências bem exageradas e engraçadas, por fim, o trio acaba ficando juntos e felizes.

Esse é o tipo de comédia que me agrada, pois não são apenas piadas bobas de americanos, tem aquele humor sutil e sacana, mas em alguns momentos tem algumas recaídas. O ponto alto é como Ted foi retratado pelo roteiro, o ursinho falando a agindo como humano é natural para todos os personagens, ninguém questiona, e isso nós faz entrar na história e acreditar que tudo é possível. A dublagem ficou excelente e é outro ponto que dá veracidade ao urso.

Consegui enxergar uma crítica às famílias de hoje, apesar de John não morar mais com os pais, vemos cada dia mais, filhos que não saem de casa ou não conseguem se tornar adultos independentes, sempre se escorando na família, sem conseguir uma carreira profissional estável; deixando os pais com sobrecarga de responsabilidade e retirando deles uma das melhores fases da vida e muitas vezes uma aposentadoria estável para aproveitar o que construíram ao longo dos anos, com a consciência de dever cumprido.

Considerei uma comédia de bom nível, se aproximando de Se Beber Não Case, entre outras semelhantes. ra quem gosta do gênero, é imperdível, para outros, é bem divertido e vale a pena assisti-lo.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Protegendo o Inimigo (Safe House) - 2012

27/03/2012 - 23
Nota: 7.0 / 7.0 (IMDB)
Formato: Cinema

Direção: Daniel Espinoza
Roteiro: David Guggenheim, Daniel Espinoza
Elenco: Denzel Washington, Ryan Reynolds, Vera Farmiga, Brendan Gleeson, Robert Patrick, Sam Shepard

Crítica:
O Bourne velho. Com um tem bastante explorado o filme conta a história de um agente (Washington) da CIA que mudou de lado e é considerado um dos criminosos mais procurados do mundo. Ao ser preso precisa ser protegido por um recruta (Reynolds), sem experiência.
Com bastante ação e exageros a história se desenrola nesse contexto. É um filme divertido e nada mais, existe vários outros melhores com o mesmo tema.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Lanterna Verde (Green Lantern) - 2011

15/10/2011 - 65
Nota: 6.0 / 6.1 (IMDB)
Formato: HD
Direção: Martin Campbell
Roteiro: Greg Berlanti,Marc Guggenheim,Michael Green
Elenco: Angela Bassett (Dra. Amanda Waller), Blake Lively (Carol Ferris), Tim Robbins (Senador Hammond), Peter Sarsgaard, Ryan Reynolds (Hal Jordan), Mark Strong, Temuera Morrison (Abin Sur), Jon Tenney (Martin H. Jordan)

Crítica:
Acho que estou começando a cansar de filmes mal feito sobre com super-heróis. Parece que os filmes são feitos por fazer, e para aproveitar o momento, os roteiros estão cada vez mais fracos, e os efeitos visuais cada vez mais exagerados. Se for pensar temos apenas dois heróis com filmes excelentes, Batman e Homem de Ferro. O resto são filmes divertidos, mas não entram na escala de filmaço.
Esse filme conta mais uma origem de super-herói, Lanterna Verde, um filme realmente difícil de executar, pois exige muita imaginação do espectador, um herói com poderes bem peculiares e ainda mistura extraterrestres. Está longe de ser um herói próximo do ser humano.
Os pontos fortes são os efeitos visuais, o planeta das lanternas ficou muito bem feito, e os poderes do anel também. O ponto fraco é o roteiro, personagens que esperamos uma boa participação aparecem duas vezes, outro personagem que parece ser um dos principais, no final não é nada. As piadinhas horríveis como sempre. Mas é engraçado que em alguns momentos eles conseguem piadas sutis e extremamente engraçadas, como na cena em que o Lanterna Verde (spoiler, selecione para ler) cria um Hot Wheels para salvar sua namorada, isso porque ele brinca com uma pista de Hot Wheels momentos antes. Muito engraçado e genial, mostra que os elementos criados por ele estão em seu subconsciente.
É um filme que vale a pena ver, conhecer o personagem e esperar que o segundo seja melhor, pois esse é fraco.

terça-feira, 29 de março de 2011

Três Vezes Amor (Definitely, Maybe) - 2008

07/01/2010 - 05
Nota: 8.0
Formato: DVD

Direção: Adam Brooks
Roteiro: Adam Brooks
Elenco: Kevin Kline (Hampton Roth), Elizabeth Banks (Emily), Kevin Corrigan (Rafael), Abigail Breslin (Maya Hayes), Rachel Weisz (Summer Hartley), Derek Luke (Russell McCormack), Ryan Reynolds (Will Hayes), Isla Fisher (April)

Crítica:
Poxa, acho que o pessoal de Hollywood está pegando a manha de fazer algumas comédias românticas. Que filme bacana, acho que vale a pena todos assistirem. Um roteiro bacana um estória bacana, feliz, triste, alegre, dramática, engraçada.
A filha de uma cara, que é separado da mãe, começa a aprender sobre educação sexual. Assim ela começa a indagar ao pai quais foram suas namoradas e suas transas e como ela nasceu. Com isso o pai conta sua história de vida com nomes falsos para que a filha descubra quem é a mãe dela. Lembrou um pouco o estilo de roteiro do 500 Dias Com Ela.
Só sei que quem não viu tem que ver e de preferência com a mulher do lado. Pensei até em comprá-lo, mais do que o 500 Dias Com Ela.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Enterrado Vivo (Buried) - 2010

16/01/2010 - 7
Nota: 7.5 / 7.4 (IMDB)   
Formato: HD

Direção: Rodrigo Cortés
Roteiro: Chris Sparling
Elenco: Stephen Tobolowsky (Alan Davenport - voz), José Luis García Pérez (Jabir - voz), Samantha Mathis (Linda Conroy - voz), Ryan Reynolds (Paul Conroy), Robert Paterson (Dan Brenner - voz)

Crítica:
Um filme de suspense claustrofóbico. O filme tem um personagem e mais algumas vozes. Um cenário: o caixão. E por incrível que pareça o filme é bom. São aproximadamente 1h30 de um cara enterrado em um caixão. Como são poucos fatos, fica difícil de comentar sem contar partes importantes do filme. Em minha opinião é um filme que vale a pena assistir.

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