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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Transformers: A Era da Extinção (Age of Extinction) - 2014

06/01/2015
Nota: 6.0 / 5.9 (IMDB)
Formato: HD 3D

Direção: Michael Bay
Elenco: Mark Wahlberg (Cade Yeager), Stanley Tucci (Joshua Joyce), Kelsey Grammer (Harold Attinger), Nicola Peltz (Tessa Yeager), Jack Reynor (Shane Dyson), Titus Welliver (James Savoy), Sophia Myles (Darcy Tirrel), Li Bingbing (Su Yueming), T.J. Miller (Lucas Flannery), Thomas Lennon (Chefe de Gabinete), Charles Parnell (Diretor da CIA), Peter Cullen (Optimus Prime - voz), Ken Watanabe (Drift - voz), Robert Foxworth (Ratchet - voz), Mark Ryan (Lockdown - voz)

Crítica:
Como podem fazer quatro filmes de uma mesma franquia, sendo que todos eles são criticados negativamente por todos? É simples, por mais que não gostem, todos assistem. E porque assistir um filme que você sabe que não gosta? Simples também, porque na verdade nós gostamos. E se fizerem dez, vinte filmes, vamos assistir todos. A franquia Transformers é o mais puro entretenimento cinematográfico. Quando vamos ao cinema, queremos diversão, principalmente, e essa franquia nos dá isso de forma satisfatória. Não precisamos de uma história boa, nem grandes atuações. Queremos ver o “pau quebrando”, aqueles robôs transformando e lutando entre si.

Transformers: A Era da Extinção é o quarto filme da franquia, e nada acrescenta, mudam-se os atores, mas a essência continua sendo a ação sem explicação. A história começa 5 anos depois do terceiro filme: Transformers: O Lado Oculto da Lua (Transformers: Dark of The Moon) - 2011. Um inventor de robótica fracassado acaba por achar uma “Scania” velha dentro do um cinema abandonado. A “Scania” é nada mais que Optmus Prime. O que ele estava fazendo lá? Não importa, importante é que acharam ele e a ação vai começar.


A partir disso veremos um filme de ação, cheio de clichês e vários furos no roteiro. Mais uma vez os Autobots vencem a batalha, os humanos ficam contra eles e tudo ficar aberto para um próximo filme.

Chega ser engraçado o introdução dos Dinobots na história, explicações ridículas, ou melhor, sem explicações.

Quem for assistir, tenha tudo isso em mente que irá gostar do filme, mas de qualquer forma temos alguns outros bons filmes do mesmo estilo que nos proporciona uma história melhor, como: Círculo de Fogo (Pacific Rim) - 2013 e Gigantes de Aço (Real Steel) - 2011.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

O Grande Herói (Lone Survivor) - 2013

26/07/2014
Nota: 8.0 / 7.7 (IMDB)
Formato: HD

Direção: Peter Berg
Roteiro: Peter Berg
Elenco: Mark Wahlberg (SO2 Marcus Luttrell), Taylor Kitsch (LT Michael P. Murphy), Eric Bana (LCDR Erik S. Kristensen), Emile Hirsch (SO2 Danny Dietz), Ben Foster (SO2 Matthew Axelson), Alexander Ludwig (SO2 Shane Patton), Sammy Sheik (Taraq), Scott Elrod (Peter Musselman), Ali Suliman (Gulab), Corey Large (US Navy SEAL CAPT Kenney), Rich Ting (SO2 James Suh), Dan Bilzerian (SOCS Dan Healy), Jerry Ferrara (SGT Hasslert)

Crítica:
Depois de 11 de setembro Hollywood enfatizou em seus filmes o tema terrorismo. Alguns sobre o próprio dia: As Torres Gêmeas (World Trade Center) - 2006; Voo United 93 (United 93) - 2006, mas a maioria sobre a luta contra o terrorismo, como: Guerra ao Terror (The Hurt Locker) - 2008.

Além do tema, há uma característica em comum entre esses filmes, a forma crítica como abordam o próprio tema. Normalmente criticando o terrorismo, como algo do mal, desnecessário e que precisa ser erradicado. Ao mesmo tempo em que outros apresentam crítica contrária, mostrando que a forma de combater o terrorismo é equivocada e muitas vezes se iguala aos próprios terroristas, fazendo do cenário uma bola de neve.

O Grande Herói (Lone Survivor ) - 2013 trouxe um aspecto novo para o tema: ação realística. Claro que existem outros focos como o drama vivido pelos soldados que realização as missões, obedecendo a ordens, pois foram treinados para isso. Também o lado humana, pois apesar de estarem lá no meio do confronto, com a vida em risco, eles tem amizade, família e são felizes.


A história verídica de Marcus Luttrell contada em seu livro de mesmo nome. No fato, os fuzileiros: Dietz (Emile Hirsch), Mickey (Taylor Kitsch), Marcus (Mark Wahlberg) e Axe (Ben Foster), formam a equipe treinada para a missão de capturar o terrorista islâmico Shah, que se encontra escondido nas montanhas do Afeganistão. O início mostra o treinamento pesado, e relação de amizade que forma entre os soltados, especialmente os quatro. Mas a maior parte da história é mesmo focada na missão.

Logo no início da missão se deparam com um problema, uma família nativa os descobre no meio das montanhas, após uma discussão tensa para decidirem o que fazer, Marcus deixa-os seguir. Decisão errada.
Em poucas horas os quatro marines encontram-se cercados por vários soldados talibãs. Muito bem treinados eles sobrevivem como podem, a caçada é incessante. São esses os momentos e realismo absurdo, onde podemos perceber o quão crítico é a situação e como os soldados estadunidenses são bem treinados. Por fim, com esperado, apenas Marcus sobrevive.

Um pequeno detalhe, um ato de bondade, que custou a missão e a vida dos três soldados. Para esses caras é mais crítico do que para cidadãos comuns, mas muitas vezes a vida não permite erros, temos que estar atento há todo tempo para procurarmos acertar sempre nas nossas decisões, mesmo no dia a dia, com coisas teoricamente bobas. Tudo muda nossa vida, algumas radicalmente.


Tecnicamente o filme é excelente, os embates entre os marines e os talibãs são de uma realismos tremendo. A maquiagem é impecável, os ferimentos nos dão noção da dor que estavam sentindo. A atuação dos quatro protagonistas coopera bastante com esse realismo, destaque maior para Wahlberg, principalmente nas cenas finais.


Gostei bastante do filme, pois nos mostra como é essa guerra sem fim que os EUA entraram, e como muitas missões ainda deram errado, sem se quer chegar próximo de exterminar o terror.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

O Ursinho Ted (Ted) - 2012

07/12/2012
Nota: 6.5 / 7.3 (IMDB)
Formato: Avião

Direção: Seth MacFarlane
Elenco: Mark Wahlberg (John Bennett), Bretton Manley (Jovem John), Mila Kunis (Lori Collins), Seth MacFarlane (Ted), Zane Cowans (Jovem Ted), Joel McHale (Rex), Giovanni Ribisi (Donny), Aedin Mincks (Robert), Patrick Warburton (Guy), Matt Walsh (Thomas), Jessica Barth (Tami-Lynn), Bill Smitrovich (Frank Stevens), Sam J. Jones (Ele mesmo), Norah Jones (Ela mesma), Tom Skerritt (Ele mesmo), Patrick Stewart (Narrador), Ryan Reynolds (Jarred)

Crítica:
A comédia de humor negro, Ted, causou bastante polêmica por trazer um brinquedo infantil com atitudes adultas e politicamente incorretas. Apesar disso, recebeu boas críticas de site especializados, e esses foram os motivos que me levaram assistir ao filme.

John Bennett é uma criança solitária e sem amigos, mas quando ganha de natal um ursinho de pelúcia sua vida muda. Dá o nome de Ted ao ursinho, deseja que ele seja seu melhor amigo e que ganhe vida como um ser humano. Seu desejo se realiza e Ted passa a ter atitudes humanas, falando e brincando com Bennett. Vinte e tantos anos se passam, Ted e Bennett continuam melhores amigos. Bennett agora é um adulto, mas sem uma vida independente, tudo é motivo para faltar ao trabalho, os dois passam mais tempo bebendo cerveja,  fumando maconha e falando palavrão, do que se procurando com as responsabilidades da vida. [SPOILERS] Além disso, a namorada de John não aceita muito bem a amizade dos dois, colocando a culpa em Ted por ele não conseguir amadurecer na vida. Assim, John propõe uma separação de Ted para que os dois tentem a independência, mas tudo acabando dando errado, por coincidências bem exageradas e engraçadas, por fim, o trio acaba ficando juntos e felizes.

Esse é o tipo de comédia que me agrada, pois não são apenas piadas bobas de americanos, tem aquele humor sutil e sacana, mas em alguns momentos tem algumas recaídas. O ponto alto é como Ted foi retratado pelo roteiro, o ursinho falando a agindo como humano é natural para todos os personagens, ninguém questiona, e isso nós faz entrar na história e acreditar que tudo é possível. A dublagem ficou excelente e é outro ponto que dá veracidade ao urso.

Consegui enxergar uma crítica às famílias de hoje, apesar de John não morar mais com os pais, vemos cada dia mais, filhos que não saem de casa ou não conseguem se tornar adultos independentes, sempre se escorando na família, sem conseguir uma carreira profissional estável; deixando os pais com sobrecarga de responsabilidade e retirando deles uma das melhores fases da vida e muitas vezes uma aposentadoria estável para aproveitar o que construíram ao longo dos anos, com a consciência de dever cumprido.

Considerei uma comédia de bom nível, se aproximando de Se Beber Não Case, entre outras semelhantes. ra quem gosta do gênero, é imperdível, para outros, é bem divertido e vale a pena assisti-lo.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Fim dos Tempos (The Happening) - 2008

14/06/2008 - 38
Nota: 7.5
Formato: Cinema

Direção: M. Night Shyamalan
Roteiro: M. Night Shyamalan
Elenco: John Leguizamo, Zooey Deschanel, Mark Wahlberg (Eliot Moore), Spencer Breslin, Frank Collison

Crítica:
Apesar das várias críticas negativas, eu gostei do filme. Gosto do estilo Shyamalan. Não acredito que suas histórias são tão idiotas quanto parece, sempre tem uma segunda interpretação, suas histórias na verdade são críticas às situações atuais da humanidade.
O filme começa com várias pessoas suicidando misteriosamente num parque, e esses suicídios se alastram por várias outras localidades, a explicação é alguma toxina liberada pelas plantas, que causa a perda do senso de auto-preservação. É idiota, mas fazendo uma analogia, nosso organismo quando se depara com um corpo maléfico, tenta fazer de tudo para destruí-lo. Nós somos o mal do planeta terra. Essa é a mensagem.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Max Payne - 2008

11/12/2008 - 98
Nota: 7.0
Formato: Cinema

Direção: John Moore
Roteiro: Beau Thorne
Elenco: Mila Kunis, Beau Bridges (B.B. Hensley), Mark Wahlberg (Max Payne), Chris O`Donnell (Jason Colvin)

Crítica:
Ficou sendo o segundo melhor filme feito com um roteiro baseado em um jogo. Mesmo assim fica o sentimento de que jogos não tem roteiros e a chance de se fazer um filme fraco é grande. Joguei pouco o jogo e não sei a história no jogo, mas a do filme é muito fraca, aquela velha história de vingança. Mas os efitos valem a pena, e outra, eles não ligaram o fato da câmera lenta a um poder especial do Max Payne. Isso foi legal. No mais é um bom filme, que vale a pena ver, e talvez ver novamente se tiver uma seqüência. Vou comprar dependo da seqüência, se for boa eu compro os dois.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Um Olhar do Paraíso (The Lovely Bones) - 2009

28/02/2010 - 27
Nota: 8.5
Formato: DIVX

Direção: Peter Jackson
Roteiro: Fran Walsh, Philippa Boyens e Peter Jackson, baseados em livro de Alice Sebold
Elenco: Saoirse Ronan , Mark Wahlberg , Rachel Weisz , Susan Sarandon , Stanley Tucci

Crítica:
Ao contrário da maioria dos críticos, eu gostei bastante do filme, a estória é muito envolvente e emocionante, é o tipo de coisa que acontece a todo momento e pode acontecer conosco. Já a parte surreal do filme é bastante chata, o paraíso, a viagem da morte. Mas a parte bacana é que a menina morta não faz um contato verdadeiro com nenhum vivo, apenas insinua o contato. As atuações são bastante convincentes e reais, principalmente a do assassino. Os efeitos são bem legais, mas inúteis, a história não precisava de efeitos especiais. Achei o filme bem melhor que vários indicados ao Oscar. Vale a pena ver, se não fosse um drama eu compraria.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O Vencedor (The Fighter) - 2010

12/02/2011 - 11
Nota: 8.0 / 8.2 (IMDB)
Formato: HD

Direção: David O. Russell
Roteiro: Scott Silver,Eric Johnson,Paul Tamasy
Elenco: Christian Bale (Dicky Eklund), Mark Wahlberg (Micky Ward), Melissa Leo (Alice Ward), Amy Adams (Charlene Fleming), Jack McGee (George Ward)   

Crítica:
Esse é o tipo de filme que gosto muito, drama, história verídica, superação e esporte (pano de fundo). O filme conta a história de dois irmãos boxeadores, o mais velho aposentado e drogado, o mais novo tentando alavancar a carreira com ajuda do irmão. A base do filme é o drama familiar que envolve esses dois irmãos e temos o boxe como o motivador para a vida deles. Um filme feito para o Oscar, o que não tira seus méritos.
O ponto alto do filme é a atuação de Christian Bale, simplesmente perfeito, engraçado, dramático, magro (como sempre depois de um Batman), mereceu a indicação ao Oscar.
O ponto fraco, por incrível que pareça, são as lutas, apesar de serem bem trabalhas, em todos os aspectos, ambiente, público, realidade dos socos, mas a luta em si não convence, é muito clichê. Não compromete o filme em hipótese alguma é só um ponto fraco.
Como é o tipo de filme que gosto, vou torcer para que ganhe o Oscar, mas sei que tem filmes melhores que esse tecnicamente.
Vai para minha biblioteca digital, não compro, pois sei que drama eu vejo duas vezes no máximo.