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domingo, 16 de junho de 2013

Star Trek - Além da Escuridão (Star Trek Into Darkness) - 2013

30/05/2013 - 23
Nota: 7.5 / 8.3 (IMDB)
Formato: Cinema 3D

Direção: J. J. Abrams
Roteiro: Roberto Orci, Alex Kurtzman, Damon Lindelof
Elenco: Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban, Zoë Saldaña, Simon Pegg, John Cho, Anton Yelchin, Benedict Cumberbatch, Alice Eve, Bruce Greenwood, Peter Weller

Crítica:
A cada filme J. J. Abrams prova mais seu valor, mesmo não sendo filmes perfeitos, são sempre bem executados, desde o roteiro, até os efeitos especiais. Depois do grande sucesso da série Lost, ele provou sua capacidade com o primeiro Star Trek - 2009, com um roteiro excelente, trouxe de volta uma das séries mais famosas da TV. A forma como o roteiro trouxe de volta os personagens foi genial, com o pretexto de viagem no tempo, fez com que todas as histórias anteriores continuassem válidas e liberando os futuros filmes de qualquer situação do passado. Assim, esse segundo Star Trek pode contar com uma história totalmente original.

A história se passa pouco tempo depois dos acontecimentos do primeiro, e mostra o jovem Kirk em uma missão num dos planetas ainda sem evolução tecnológica, sendo apenas uma cena de ação para iniciar o contexto verdadeiro do filme.


Vários atentado vem acontecendo com a Enterprise e Capitão Kirk é recrutado para buscar o assassino de vários de seus colegas, sendo um deles, o amigo e mentor "...". A trama de baseia nessa perseguição, viajando no espaço entre os planetas e espaçonaves.

O ponto fraco é não ter muitas explicações fundamentadas para os poderes, e reais motivos do vilão. Ele simplesmente tem superpoderes e precisa de qualquer forma salvar sua família, que está hibernando. Fora isso, o filme é muito bom, com excelentes cenas de ação e impecáveis efeitos especiais. Chama também atenção para o drama emocional entre Kirk e Spock, onde é há o confronto entre a emoção e a razão respectivamente.


Outro ponto positivo tem haver com o filme ser uma sequência, pois eles fizeram o que venho dizendo sobre os filmes de super-heróis, de a história ser independente, somente respeitando o que se passou nos filmes anteriores. Ou seja, é possível trocar atores e fazer qualquer tipo de história sem que o público estranhe o filme. Isso funciona há anos com 007.

Por fim, considero um bom filme de ficção espacial, vale a pena assistir e espero que mais sequências desse nível sejam feitas.


terça-feira, 12 de março de 2013

O Voo (Flight) - 2012

11/03/2013 - 14
Nota: 7.0 / 7.3 (IMDB)
Formato: HD

Direção: Robert Zemeckis
Roteiro: John Gatins
Elenco: Denzel Washington, Kelly Reilly, Bruce Greenwood, Nadine Velazquez, Don Cheadle, John Goodman, Brian Geraghty, Tamara Tunie, James Badge Dale

Crítica:
Robert Zemeckis está de volta ao live action, depois de três filmes com captura de movimentos: O Expresso Polar (Polar Express) - 2004, A Lenda de Beowulf (Beowulf) - 2007 e Os Fantasmas de Scrooge (A Christmas Carol) - 2009. Seu último filme com live action foi Náufrago (Cast Away) - 2000.

Neste, Zemeckis trabalha com temas morais, procurando mostrar até onde vai a honestidade humana e como convivemos com a pressão que sociedade exerce sobre nós. O que é certo e o que é errado são conceitos opostos, mas que andam lado a lado, trazendo sérias discussões.

[SPOILERS...] O Voo começa com uma cena mostrando os excessos da vida de William "Whip" Whitaker (Denzel Washington), um piloto veterano que logo percebemos seus problemas com álcool e drogas. A cena se desenrola com o piloto chegando para assumir um voo num dia com tempestade.


A decolagem é extremamente tensa, com Whip fazendo a aeronave subir a máxima altitude para ultrapassar as nuvens carregadas, com bastante turbulência e temor de seu copiloto, Brian Geraghty (Ken Evans), ele consegue, o sol aparece e tudo fica tranquilo.

Para relaxar Whip mistura duas garrafinhas de vodca em seu suco. A cena muda, e mostra o piloto dormindo, com Geraghty no comando do voo. Quando a aeronave apresenta uma pane, Whip acorda com solavancos, toma para si o manche e começa os procedimentos para manter a nave no ar. Tudo indica que não haverá como salvá-los, mas Whip numa manobra instintiva, orienta o copiloto e uma das aeromoças, a executarem tarefas para que ele consiga virar a nave de cabeça para baixo. A manobra é feita, e se sustenta até aproximar-se de um campo aberto. Assim, ele desfaz o giro e executa um pouso forçado. Dos 102 passageiros, 96 sobrevivem, vários com ferimentos leves, outros, mais graves.


Whip acorda no hospital, ao abrir um dos olhos vê que seu amigo Bruce Greenwood (Charlie Anderson) o espera, no dialogo ele o explica que está sendo visto como herói, mas o pessoal do sindicato e um advogado precisam lhe passar maiores explicações sobre as consequências de seus atos. Assim, Whip é informa que exames de sangue foram feitos em todos os tripulantes e que foi detectado álcool e cocaína no seu. Em princípio ele nega, mas o advogado o convence dizendo que preparou sua defesa de forma que tornará seus exames inválidos. [FIM SPOILERS

Nesse contexto a história continua, com Whip sofrendo com alcoolismo, sem admiti-lo, e com o dever moral de dizer a verdade, mesmo com todas as estratégias para inocentá-lo. Se for indiciado, um processo criminal poderá levá-o à prisão perpétua.

As atitudes de Whip são extremamente reais, Washington fez um grande trabalho, sua interpretação de bêbado e depressivo foi algo impressionante, expõe claramente o maior problema dos drogados e alcoólatras: admitir que é um dependente.


Esse tema é bastante atual, a situação de Whip no filme é um caso discutível, pois em certos aspectos ele está certo, em outros, errado. Percebemos isso claramente durante a história, ele salvou 96 pessoas ou matou 6 pessoas? Assim, trazemos a ficção para a vida real, o nosso dia a dia é feito de decisões morais, somos testados a todo o momento, seja para respeitar uma fila, ou até mesmo dar socorro ao atropelar um ciclista. E nesses casos não há dúvidas de qual é o caminho moral. Venho percebendo, que em todas as classes sociais, a moral e a honestidade são sempre deixadas de lado. Vejam nossos governantes, temos algum confiável?

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Não Estou Lá (I'm Not There) - 2007

15/01/2009 - 04
Nota: 7.5
Formato: DIVX

Direção: Todd Haynes
Roteiro: Todd Haynes,Oren Moverman
Elenco: Julianne Moore, Michelle Williams (Coco Rivington), Christian Bale (Bob Dylan), Benz Antoine (Bobby Seale/Rabbit Brown), Charlotte Gainsbourg, Heath Ledger (Bob Dylan), David Cross, Richard Gere (Bob Dylan), Bruce Greenwood, Ben Whishaw (Bob Dylan), Cate Blanchett (Bob Dylan)

Crítica:
Acho que pra mim o filme foi muito melhor, pois já assiti ao documentário do Martin Scorsese. Ficoui muito legal a formo como contaram a biografia. Cada ator representando um fase/época da vida de Bob Dylan, e sem nunca usarem o nome dele. Aas atuações foram exelentes. Christian Bale simplesmente impecável, lego depois Cate Blanchett muito bem também. Vale a pena assistir mesmo quem não gosta de Bob Dylan.

Bolt - Supercão (Bolt) - 2008

25/01/2009 - 07
Nota: 8.0   
Formato: Cinema

Direção: Chris Williams
Roteiro: Dan Fogelman,Chris Williams
Elenco: Woody Harrelson, John Travolta, Thomas Haden Church, Bernie Mac, Susie Essman, Bruce Greenwood

Crítica:
É bom ver que a disney entrou de vez nas animações com computação gráfica. Não sei se o primeiro sem a Pixar, mas com certeza é o melhor, pois Bolt ficou no nível dos filmes da Pixar, como: Carros, Vida de Inseto e Nemo. Eu particularmente gostei mais ainda pela história se centrada em um cachorro. Bom roteiro e os pontos altos do filme são as cenas iniciais em que mostra o Bolt da série é expetacular, no maior estilo Os Incríveis. E o final em que o cachorro se torna cachorro, salvando a menina com uma realidade incrível. Vou comprar.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Star Trek - 2009

12/10/2010 - 84
Nota: 8.0 / 8.1 (IMDB)
Formato: Blu-Ray

Direção: J.J. Abrams
Roteiro: Roberto Orci, Alex Kurtzman
Elenco: Chris Hemsworth (George Kirk), Karl Urban (Dr. Leonard "Bones" McCoy), John Cho (Hikaru Sulu), Chris Pine (James T. Kirk), Zachary Quinto (Spock), Bruce Greenwood (Christopher Pike), Jennifer Morrison (Carol Marcus), Eric Bana (Nero), Jimmy Bennett (James T. Kirk - criança), Winona Ryder (Amanda Grayson), Tyler Perry (Chefe da Academia da Frota Estelar), Zoe Saldana (Uhura), Anton Yelchin (Pavel Checkov), Marlene Forte (Chefe de Transporte), Ben Cross (Sarek), Leonard Nimoy (Sr. Spock), Clifton Collins Jr. (Ayel), Rachel Nichols (Janice Rand), Simon Pegg (Scotty)

Crítica:
Não sei nada de Star Trek, nunca via as séries nem os filmes. Resolvi assistir esse, pois está atualizado e é do J.J.Abrams, grandes chances de ser um filmaço. E realmente é, gostei muito, mesmo sem conhecer o ambiente e os personagens, ele conseguiu nos mostrar bem o contexto geral. E mais, conseguiu dar um reboot na série de forma simplesmente perfeita. Uma jogada de viagem no tempo que me fez lembrar de De Volta para o Futuro. Juntou as duas coisas mais legais da ficção científica: espaço e viagem no tempo. Gostei muito e esporo que façam mais filmes.